A ampliação da divulgação de obras literárias brasileiras nas livrarias e
outros postos de vendas de livros, inclusive nas páginas e sítios da
Internet, deve se tornar obrigatória em todo o País. É este o objetivo do
projeto de lei n° 4.668/23012, de autoria da deputada federal Nilda Gondim
(PMDB-PB), apresentado ao Plenário da Câmara dos Deputados no dia 07 de
novembro.
De acordo com a matéria, os livreiros devem ampliar a divulgação de obras
literárias brasileiras destinando, para este fim, pelo menos 30% das
vitrines externas e internas das livrarias, dos postos de vendas e das
páginas e sítios na Internet utilizadas para o comércio de livros. O não
cumprimento da obrigatoriedade sujeitará o infrator a multa de dez salários
mínimos, valor que será aplicado em dobro nos casos de reincidência.
“A arte de ler é um dos bens mais preciosos que a pessoa adquire,
tornando-a mais preparada, mais crítica e questionadora, pois o prazeroso
hábito da leitura capacita quem lê a alcançar seus objetivos pessoais e
profissionais, ampliando, consequentemente, os seus conhecimentos gerais e
empíricos”, comentou a deputada Nilda Gondim ao defender o projeto de sua
autoria.
Ela observou que, “mesmo com a crescente ascensão da informática e, junto
com ela, do mundo virtual, os livros continuam sendo fonte primária do
saber”, e citou uma frase proferida pelo magnata norteamericano Bill Gates,
do mundo da informática, que disse textualmente o seguinte: “Meus filhos
terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura,
os nossos filhos serão incapazes de escrever, inclusive a sua própria
história”.
Conforme ressaltou Nilda Gondim, a leitura é algo imprescindível para a
aprendizagem do ser humano. “No Brasil, a Unesco recomendou uma livraria
para cada dez mil pessoas, porém, temos 2,7 mil livrarias funcionando, ou
seja, uma para cada 70 mil habitantes. Se considerarmos a nossa população,
que ultrapassa os 190 milhões de habitantes, o número de livrarias deveria
ser muito maior”, enfatizou.
A deputada peemedebista acrescentou que é preciso ampliar e incentivar o
hábito da leitura das obras da literatura brasileira fora do ambiente das
bibliotecas e das salas de aulas, onde muitos alunos leem por obrigação ou
para cumprimento de grades relacionadas ao currículo escolar.
Ascom
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