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Profissionais do Direito, políticos e pesquisadores discutem modelo eleitoral no Brasil

A falta de participação popular, de credibilidade do Congresso Nacional e de vontade da classe política foram apontados como alguns dos principais entraves para a realização da reforma no sistema político e eleitoral do País. A temática faz parte das discussões de Seminário aberto, ontem à tarde, pela presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), desembargadora Maria das Graças Morais Guedes, em João Pessoa, com a participação de autoridades e especialista no assunto.

Promovido pela Escola Judiciária Eleitoral (EJE-PB), em comemoração aos 15 anos da fundação da instituição, o Seminário visa contribuir para o debate sobre propostas de Reforma Política que trarão consequências para todos os brasileiros e mudanças no sistema eleitoral brasileiro.

O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo Gadelha, foi um dos palestrantes do evento e classificou como casuística qualquer reforma política próxima da realização do pleito. Segundo ele, que já ocupou cadeira na Câmara dos Deputados, há mais de 25 anos se tenta promover uma reforma nos sistema político e eleitoral no Brasil, mas sem êxito.

Ele também criticou a ausência de debates com a população, para opinar sobre as propostas e qual poderia ser o melhor modelo a ser utilizado, tanto para o sistema de votação, quanto para o financiamento de campanha. O advogado Fábio Brito, debatedor do evento, apontou a falta de credibilidade dos integrantes do Congresso Nacional como uma das causas para a dificuldade na realização da reforma, bem como a falta de engajamento da sociedade. Já o advogado Harrison Targino, que também participou dos debates, considera que o momento não é oportuno para realização da reforma no sistema político e eleitoral do País, não só por conta da crise, mas pela falta de consenso entre os parlamentares.

 

Redação

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