O procurador geral do município de Campina Grande, José Mariz, voltou a afirmar em entrevista que “a saúde de Campina nunca foi pública”, e, portanto, a greve dos servidores da Saúde não tem motivo para persistir.
– O movimento grevista é, em tese, constitucional, mas esses movimentos têm conotação estritamente política. A saúde de Campina nunca foi pública; temos apenas três hospitais públicos e eles necessitam do auxílio dos privados. O Sintab deflagrou a greve, deixando várias pessoas sem atendimento médico, por causa da gestão pactuada, mas a lei já existe há muito tempo – declarou Mariz.
Na última quarta-feira (04), a Prefeitura de Campina Grande ingressou com duas ações na Justiça pedindo a ilegalidade das paralisações de professores e servidores públicos. As ações declaratórias de ilegalidade das greves com pedidos de tutela antecipada foram ajuizadas, nesta terça-feira (03), no Tribunal de Justiça da Paraíba – TJPB.
Em entrevista a emissoras de rádio de Campina Grande, o presidente do Sindicato, Napoleão Maracajá, disse que o primeiro ofício enviado à Prefeitura na gestão do prefeito Romero Rodrigues foi no dia 02 de fevereiro, logo após ele ser empossado no cargo e que até o presente momento vários outros ofícios foram encaminhados ao Prefeito. Porém, até hoje nenhum deles foi respondido.
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