O presidente do Partido dos Trabalhadores na Paraíba, Charliton Machado, garante que o PT está disposto a tomar uma decisão contra os correligionários que insistem em ocupar cargos nas administrações do PSB – Partido Socialista Brasileiro – e do PSDB – Partido Socialista e Democrata Brasileiro.
Desde o momento em que o presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, que também é pré-candidato a presidência da república, rompeu com a presidente Dilma, que o PT vem pedindo que seus filiados entreguem seus cargos nas gestões do PSB. Essa solicitação também se estende aos companheiros que atuam também das administrações do PSDB, partidos estes que garantem a renovação da aliança no pleito deste ano.
Na Paraíba, na administração do governador Ricardo Coutinho, o PT solicitou aos petistas que peçam suas exonerações. Determinação que se estende a Campina Grande, na administração do prefeito Romero Rodrigues (PSDB). Porém, alguns dissidentes do PT insistem em não seguir as determinações dadas pelo partido.
Para eles, o PT estipulou que até o próximo dia 29 de janeiro coloquem seus cargos a disposição e garante que não acontecendo haverá punição. Charliton não informou qual será a punição aplicada aos dissidentes, mas afirmou que uma decisão será tomada. “Já foram notificados todos aqueles que têm espaço no governo de Campina grande e no governo do estado. Não é uma questão de perseguir, não é por uma questão de confrontar. Nós queremos deixar claro que temos um projeto que vai estar em contraposição ao projeto do PSB e ao projeto do PSDB na Paraíba e no Brasil” disse.
O presidente disse ainda que não é “politicamente correto” para o PT ocupar espaço nesses governos e que, portanto, o tomará algumas decisões que variam desde advertência, suspenção e expulsão. “Essa não é uma decisão só do presidente. Será uma decisão coletiva do partido e com certeza se encerrará no dia 29”, garantiu.
Ao falar sobre o deputado federal, Luiz Couto, que defende abertamente dentro do PT sua simpatia pelo governador RC, Charliton disse que o parlamentar insiste em teses dissidentes e que não há uma justificativa para que Luíz Couto continue trabalhando numa perspectiva contrária. “Em 2012 nós tínhamos uma candidatura nas ruas, o deputado Luíz Couto não apostou nesse projeto e foi derrotado”, afirmou.
PB Agora
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