Por pbagora.com.br

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, afirmou nesta quinta-feira (8) que o partido irá apoiar as candidaturas a reeleição dos governadores Cid Gomes (PSB-CE) e Eduardo Campos (PSB-PE) mesmo se Ciro Gomes (PSB) se mantiver como candidato à presidência da República. Dutra participa de evento em Brasília em que o PCdoB oficializará apoio à candidatura de Dilma Rousseff.

Dutra reafirmou que desejaria uma união de todos os partidos em torno de Dilma, mas ressaltou que a manutenção de Ciro não coloca em risco o apoio do PT aos aliados do PSB. “A posição no Ceará e em Pernambuco é marchar junto com o PSB independente da posição final do Ciro ser candidato à Presidência ou não.”

Questionado se não poderia causar problemas de palanque nos estados um apoio a um candidato de outro partido, o presidente do PT minimizou. Ele destacou que esse tipo de aliança já aconteceu outras vezes e seria necessário apenas fixar regras para a campanha. “Não seria uma coisa inédita”.

O presidente do PT negou que o partido esteja vetando uma possível candidatura ao Senado do cantor e vereador Netinho de Paula (PC do B-SP). Dutra afirmou que não foi fechado ainda nenhum entendimento porque o PT está vendo quais partidos da base aliada estarão unidos na campanha de Aloízio Mercadante (PT-SP) para o governo.

Entre as possibilidades que Dutra citou está, inclusive, contar com o PSB, que tem o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, como candidato. O presidente do PT disse ter “esperança” de uma candidatura única também em São Paulo.

Outros estados

Dutra comentou ainda problemas de alianças em outros estados. Sobre Minas Gerais, onde o PT tem dois pré-candidatos ao governo, Patrus Ananias e Fernando Pimentel, e pode ainda apoiar Hélio Costa (PMDB), o presidente petista afirmou que deseja evitar uma prévia. Ele sugeriu que um encontro do partido no estado resolva o problema. Dutra sugeriu até a data (24 de abril) e se ofereceu para presidir o evento em busca de entendimento.

Em relação ao Maranhão, onde o PT decidiu apoiar Flávio Dino (PC do B) ao invés de Roseana Sarney (PMDB), Dutra pediu cautela. “No Maranhão estamos deixando a poeira baixar. O nosso prazo é junho e em ano eleitoral junho tem 35 dias porque só acaba mesmo o prazo para coligações em 5 de julho.”

G1

 

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