Presidente do PSB da PB lamenta cenário de destruição registrado em Brasília durante atos de bolsonaristas: “Terroristas”

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Após uma verdadeira onda de terror que tomou conta de Brasília nessa segunda-feira (12), dia da diplomação do presidente eleito Lula, onde apoiadores do presidente Jair Bolsonaro tentaram invadir a sede da Polícia Federal e espalharam caos e medo por diversos pontos da cidade, o deputado federal e presidente do PSB na Paraíba, Gervásio Maia, lamentou o ocorrido.

Tachando os manifestantes de “terroristas” o parlamentar declarou que os fatos registrados ontem na capital federal não podem ser chamados de manifestação democrática.

Gervásio frisou ainda que a intenção, ao seu ver, era implantar o caos e desestabilizar a democracia.

“Terroristas bolsonaristas incendiaram ônibus, carros e tentaram invadir a sede da PF, em Brasília. NÃO é uma manifestação democrática, são atos criminosos para causar o caos e desestabilizar a democracia” escreveu nas redes sociais.

Na manhã de hoje, terça-feira (13), os prejuízos estavam sendo contabilizados.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, sete carros e quatro ônibus foram totalmente queimados durante os atos de vandalismo deflagrados pelos bolsonaristas no centro de Brasília. Além disso, um veículo e um ônibus foram parcialmente incendiados.

Os bolsonaristas tentaram invadir o prédio da Polícia Federal e quebraram vidros da 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte. Policiais militares entraram em confronto com os bolsonaristas e botijões de gás também foram encontrados.

Entenda:

Os atos de vandalismo por parte dos apoiadores do presidente ocorreram no dia da diplomação do presidente eleito Lula (PT) e começaram na frente da Polícia Federal, na Asa Norte, por volta de 19h30. Tudo teve início após o cumprimento de um mandado de prisão temporária contra o indígena José Acácio Tserere Xavante, apoiador de Bolsonaro.

A prisão do indígena aconteceu por determinação do STF e atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República, que junto com o TSE afirmam que o Tserere é investigado por participar de atos antidemocráticos e por reunir pessoas para cometer crimes. A Polícia Federal informou que o preso está acompanhado de advogados e que as formalidades relativas à prisão “estão sendo adotadas nos termos da lei”.

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