A desapropriação do Aeroclube da Paraíba, processo que se arrasta na justiça há oito anos, vem ganhando novos capítulos. A Prefeitura de João Pessoa (PMJP), que vem tentando desde 2010 desapropriar a área para a construção de um parque, decidiu requerer junto ao II Comando Aéreo Regional da Aeronáutica, em documento a ser enviado ao Brigadeiro do Ar Walcyr Josué de Castilho Araújo, a abertura de processo administrativo para extinção da Autorização de Exploração do Aeroclube, localizado no bairro do Bessa, na Capital. Mas quem diverge do prefeito e diz que não arrendará o pé é o presidente do Aeroclube, Rogério Lumbambo. Para ele, o Aeroclube da Paraíba apenas está proibido de funcionar para o pouso e decolagem de aeronaves e que o espaço ainda é utilizado para outras atividades que, mesmo diante das mudanças, foram mantidas.

 

Segundo Rogério Lumbambo os cursos de paraquedismo, aeromodelismo e a Escola de Aviação Civil, além das atividades do ginásio como basquete e futebol de salão, estão entre os serviços disponibilizados à população.

 

Atualmente, um circo também ocupa parte da área e um restaurante funciona no mesmo ambiente de sexta a domingo. Um exemplo é a Skycará, escola de paraquedismo que, desde 2007, atua no Aeroclube da Paraíba e toda semana fecha turmas.

 

No espaço, acontecem as aulas teóricas e práticas de paraquedismo e, por causa da pista interditada, a decolagem acontece em outro local e o pouso de páraquedas ocorre no Aeroclube. De acordo com a legislação da modalidade, a idade mínima para o curso é 16 anos (desde que com autorização escrita em cartório pelos responsáveis legais) e 14 anos para o salto duplo (modalidade em que a pessoa é passageira, ficando ao lado do profissional).

 

Redação

 


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