Prefeitura de Campina Grande emite nota e revela que vai recorrer na Justiça contra greve dos professores

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Por meio de comunicado à imprensa a Prefeitura de Campina Grande divulgou na noite de ontem (07), que vai recorrer à Justiça contra a decisão de assembleia do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab) de iniciar uma greve nas escolas do Município, prejudicando mais de 40 mil alunos e suas famílias. Segundo o comunicado, a decisão da prefeitura tem como objetivo de evitar a interrupção das aulas na rede municipal e, principalmente, de não deixar que os alunos fiquem sem a merenda escolar.

“O reajuste salarial proposto pela Prefeitura equivale ao dobro da inflação do ano passado. São 10% de aumento, que serão aplicados sobre salários que já tiveram mais de 33,24% de reajuste no ano passado. Com as gratificações inerentes à função, Campina Grande já paga um salário superior ao piso da categoria, mas mesmo assim tem feito um esforço extra para valorizar ainda mais a classe e todos os profissionais da Educação”, diz trecho da nota da PMCG.

“Toda reivindicação é justa e o Município está empenhado em atendê-las ao máximo. É por isso que foi oferecido o índice de 10%. Mas os recursos da Prefeitura não são ilimitados e ainda é preciso investir na rede, reformar e ampliar as escolas, abrir novas vagas, instalar internet, computadores, entregar fardamentos, kits escolares e garantir uma merenda de qualidade. Tudo isso exige um esforço de gestão e investimentos. Portanto, os recursos da Educação não podem ser, de forma alguma, destinados apenas aos salários dos profissionais, mas aos mais de 40 mil alunos da rede”, afirma ainda o comunicado oficial. Em razão disso, a Procuradoria Geral do Município está ingressando com ação na Justiça pela ilegalidade da greve, e evitar a paralisação das escolas e o prejuízo direto aos alunos.

Benefícios – Antes mesmo do reajuste, à nota afirma ainda que a prefeitura de Campina Grande já pagava aos professores da rede municipal um salário superior ao piso da categoria. Além do reajuste salarial do ano passado, os professores já haviam sido beneficiados com a entrega de notebooks, com o pagamento integral da jornada ampliada (100%, antes se pagava 80%), com a equiparação dos contratados, com a convocação de concursados e o pagamento de 14° salário, entre outros ganhos.

Veja mais: Magistério rejeita proposta de reajuste proposto pela PMCG e deflagra greve por tempo indeterminado

Da Redação

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