Mais do que o comando da sigla no maior colégio eleitoral do país, a disputa pela presidência do PMDB em São Paulo neste domingo (13) opõe um dos principais expoentes da ala contrária à aliança nacional com o PT, o ex-governador Orestes Quércia, e o deputado Francisco Rossi, cuja candidatura é incentivada por petistas e adversários da aliança paulista com o prefeito Gilberto Kassab (DEM) e o governador José Serra (PSDB).
Cerca de 750 peemedebistas têm direito a eleger o novo comando da sigla no Estado. Até a semana retrasada, a candidatura de Rossi era indefinida e só teve todos os integrantes confirmados na última sexta-feira, depois de pesado assédio do grupo de Quércia para esvaziar a postulação do ex-prefeito de Osasco para sacá-lo do poder no Estado.
Ambos dizem ser favoráveis a eventuais candidaturas próprias do partido para a Presidência da República e para o governo de São Paulo. Rossi diz que aceitaria concorrer ao Palácio dos Bandeirantes no ano que vem, enquanto Quércia prefere estar ao lado de Serra na eleição nacional e do candidato do PSDB no Estado – ele próprio deve disputar uma das duas vagas no Senado.
A ampla maioria dos membros da chapa de Rossi é de seu reduto eleitoral. Na chapa de Quércia está o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, também cotado para ser candidato a vice na provável chapa encabeçada pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, preferida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar seu lugar no Palácio do Planalto a partir de 2011.
Peemedebistas consideram provável a reeleição de Quércia e avaliam que a entrada de Rossi na disputa serviu para deixar o ex-governador mais preocupado com a sucessão do que em fazer campanha por Serra – que, líder nas pesquisas de intenção de voto, ainda disputa com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, a indicação tucana para tentar pela segunda vez se eleger presidente.
Caso obtenha mais de 20% dos votos, Rossi poderá indicar membros do Diretório Estadual em 2010, o que pode interferir na autonomia que Quércia tem tido para determinar os rumos do PMDB de São Paulo. Depois da entrada do ex-prefeito de Osasco na sucessão, o ex-governador sinalizou que apoiaria candidaturas próprias do partido – em especial a anunciada recentemente pelo governador do Paraná, Roberto Requião, que quer buscar a Presidência da República.
UOL
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