Desde a madrugada desta quarta-feira (2), mais de 100 policiais militares ocupam o prédio da Assembleia Legislativa do Paraná, em Curitiba. A praça em frente ao prédio e todos os acessos ficaram bloqueados durante a noite. Os seis servidores, que faziam a segurança do local, foram retirados de seus postos.
A ordem veio do governador do estado, Beto Richa, a pedido do novo presidente da casa Valdir Rossoni, eleito na terça-feira (1º). “O principal motivo é que todos os seguranças da casa foram demitidos e vai ser trocado o sistema de segurança da casa”, explicou Rossoni, em entrevista ao Bom Dia Paraná.
Ele disse também que não se sente seguro. “Nós éramos reféns de alguns seguranças. Para contratar alguém para a limpeza do prédio tinha que passar pelo crivo da segurança, e isso não podia perdurar”, afirmou Rossoni. Rossoni disse ainda que foi ameaçado quando anunciou uma auditoria nas contratações da casa e a demissão da diretoria antiga.
Durante a madrugada, representantes e advogados do Sindicato dos Servidores do Legislativo (Sindilegis) estiveram no local e bateram boca com os policiais que impediam a entrada dos funcionários. O presidente do Sindilegis, Edenilson Ferry, que tentava entrar no prédio, desafiou a polícia.
No início da manhã, por volta das 7h30, a segurança na Assembleia Legislativa continuava sendo feita pela polícia, mas a entrada dos funcionários já havia sido liberada.
G1
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