Categorias: Política

PF investiga desvio de verbas da Funasa no Tocantins

A Polícia Federal realiza nesta terça-feira (26), em Palmas (TO), a Operação Covil, que investiga desvio de recursos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no estado do Tocantins.

A estimativa é de que o esquema tenha desviado R$ 3,8 milhões dos cofres públicos. Desse valor, apenas um contrato com o governo do estado representou R$ 2,8 milhões. Em nota, o governo do estado informou que se colocou “à inteira disposição” da PF e que tomará providências se comprovadas as irregularidades.

 

“Desde o primeiro momento o governo do estado colocou-se à inteira disposição da Polícia Federal para que esta realizasse o seu trabalho no interior dos órgãos públicos estaduais visitados pela PF: as sedes da Secretaria da Infraestrutura e do Dertins (Departamento de Estradas de Rodagem do Tocantins), sem qualquer empecilho. É de interesse do governo que os fatos sejam esclarecidos à população tocantinense e, em havendo a comprovação de quaisquer irregularidades, todas as medidas cabíveis serão tomadas”, diz a nota.

Segundo a PF, as investigações duraram um ano e foi registrado o envolvimento de funcionários da Funasa no esquema. Procurada pelo G1, a Funasa informou que vai se pronunciar por meio de nota oficial ainda nesta terça.

“Tudo indica que eles recebem propina e utilizam empresas de fachada para mascarar a participação em obras de esgotamento sanitário e abastecimento de água”, informou a PF em nota oficial.

Participam da Operação Covil, 160 agentes federais e 22 analistas da CGU.

 

Serão cumpridos nesta terça 37 mandados de busca e apreensão na Funasa de Brasília, na Funasa do Tocantins, no governo do estado em diversas prefeituras. Além disso, mais dois mandados de prisão para funcionários da Funasa – ainda não há informações sobre quantos mandados foram cumpridos.

Os investigados podem responder, segundo a PF, por: formação de quadrilha, peculato, corrupção, fraude à licitação e ações por improbidade administrativa. As penas podem chegar a 31 anos de prisão.

 

O nome da operação, conforme a PF, significa “ninho de cobras
 

 

 

G1

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