O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, começou hoje à tarde o julgamento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), contra o prefeito de Massaranduba, Paulo Francinete (PHS), por prática de conduta vedada e abuso de poder político e econômico. O requerente foi o Ministério Público Eleitoral que pediu a inelegibilidade de Paulo.
De acordo com o processo, o prefeito teria feito uma reunião com os funcionários, fora do horário de trabalho, para pedir que eles votassem em alguns candidatos como Eva Gouveia, Efraim Morais, Rômulo Gouveia, Romero Rodruigues, Cássio Cunha Lima e Ricardo Coutinho e teria alegado que se os funcionários não votassem, "seria pior".
A reunião foi feita na propriedade do prefeito, mas segundo ele, não teria sido direcionada apenas aos funcionários públicos municipais, mas para agricultores locais e outros populares. Nos autos, contudo, há uma lista passada entre os funcionários, pela secretária do prefeito, confirmando a presença dos servidores no evento.
O relator, o juiz desembargador João Batista Barbosa, entendeu que se tratava de um ato praticado em 2010 e que beneficiava candidatos de um outro pleito, que não o de prefeito. Ele votou pela procedencia parcial do pedido aplicando multa de 20 mil UFIRS, sem punição nenhuma aos supostos beneficiários.
O juiz Miguel de Lira Brito pediu vistas.
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