Por pbagora.com.br

O PDT irá reunir seu diretório no Rio Grande do Sul no dia 15 de junho para decidir se irá determinar que os deputados da bancada na Assembleia Legislativa assinem o pedido de CPI para investigar denúncias contra a governadora Yeda Crusius (PSDB) ou se manterá o posicionamento de liberar a bancada.

 

No dia 19 de maio, o partido liberou a bancada para que cada deputado decidisse individualmente se apoiaria a CPI ou não. Segundo o líder da legenda na Assembleia, Adroaldo Loureiro, três deputados do PDT são favoráveis à CPI. Outros três parlamentares não assinaram o requerimento. O pedido de CPI já conta com 17 assinaturas, de acordo com o deputado Bohn Gass (PT). São necessárias mais duas para que a comissão seja criada.

 

Deverão participar da reunião os 200 membros titulares do diretório. Eles irão votar para decidir o posicionamento do partido. O deputado Paulo Azeredo, favorável à CPI, defende que o vice-governador, Paulo Feijó (DEM), também seja investigado. “A gestão é dos dois”, disse.
 

Denúncias

A governadora enfrenta denúncias de caixa dois na campanha que a elegeu. A revista “Veja” mostrou um recibo do PSDB no valor de R$ 200 mil doados por um fabricante de cigarros que não estariam registrados na contabilidade da campanha tucana. O PSDB disse à revista que a doação foi incorporada a um recibo que reúne outras doações.

 

A reportagem mostra também uma troca de e-mails entre o vice-governador, Paulo Feijó (DEM), e Rubens Bordini, que foi tesoureiro da campanha. Feijó é autor de denúncias anteriores contra a governadora.

 

No e-mail, Feijó diz que recebeu R$ 25 mil em dinheiro da Simpala, uma concessionária de veículos que, segundo a revista, não está entre os doadores oficiais de Yeda Crusius. Ao ser ouvido pela revista, o representante da concessionária negou ter intermediado doações. Bordini disse que nunca recebeu o dinheiro. “Nunca chegaram a mim [os R$ 25 mil mencionados por Feijó]”.

G1

 

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