O cenário de crise por que passa o país está longe de chegar a um desfecho, mas os reflexos sentidos na Paraíba ainda são poucos. Enquanto alguns estados tentam sobreviver ao tsunami do endividamento, da falta de obras, do atraso no pagamento do salário, a Paraíba driblas uma “marolinha” com a política do ajuste fiscal adotada por Ricardo Coutinho (PSB) desde que assumiu, em 2011.
A análise é do deputado estadual Tião Gomes (PSL), atual presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba. Indagado sobre o que espera de 2017, o parlamentar foi enfático ao colocar a Paraíba fora do cenário estarrecedor que a maioria dos estados enfrentam.
“2017 é um ano pré eleitoral, vai ser complicado porque a economia vai ruim, tem a Lava Jato, vai ser um ano com muitas decisões importantes, nós torcemos que de tudo certo, mas a Paraíba é um a questão isolada. Parece que nem vivemos no Brasil. Temos a sorte de ter Ricardo Coutinho administrando o Estado, até parece que em 2011 ele já sabia do que lhe esperava e se preparou antecipadamente. Agora a gente espera que melhore, que as coisas fluam, e que na Assembléia a gente possa fazer um trabalho com menos briga e menos confusão”, disse.
PB Agora
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