A jornalista e ex-primeira dama do Estado, Pâmela Bório, foi conduzida coercitivamente até a Delegacia de Crime Contra Pessoas, na Central de Polícia, em João Pessoa, na noite desta segunda-feira (08), para prestar esclarecimentos no caso que envolve a babá de seu filho, fruto do casamento com o governador Ricardo Coutinho (PSB).
Pâmela havia sido intimada para depor, mas, por duas vezes, ignorou ao chamado e agora deve responder a processo por crime de desobediência.
Em nota encaminhada à imprensa ainda na noite desta segunda-feira (08), a Polícia Civil da Paraíba informou que a condução coercitiva (ato de induzir, pressionar ou compelir a fazer algo pela força, intimidação ou ameaça) é um procedimento padrão de tratamento igualitário dado a todos os cidadãos em território paraibano, quando estes se recusam a atender às intimações a que são sujeitados.
O depoimento de Pâmela durou cerca de duas horas. Acompanhada de um advogado, a jornalista deixou a Delegacia por volta das 19h, mas preferiu não se estender nas declarações durante contato com a imprensa. Ela apenas alegou abuso de poder e de autoridade por ter sido levada coercitivamente até a Central de Polícia.
Na última semana, tanto a ex-mulher do chefe do executivo estadual, quanto a babá compareceram à delegacia para fazer boletins de ocorrência. Pâmela acusa a babá de tentar agredi-la fisicamente. Já a babá alega que sofreu uma tentativa de homicídio.
CONFIRA A NOTA DA POLÍCIA CIVIL SOBRE O EPISÓDIO
A Polícia Civil da Paraíba informa que a senhora Pâmela Mônique Cardoso Bório foi conduzida no final da tarde desta segunda-feira (8) para a Delegacia de Crimes Contra a Pessoa, porque deixou de comparecer a duas intimações da referida delegacia.
O motivo da condução coercitiva foi para que prestasse esclarecimentos à polícia sobre as denúncias que pesam contra a mesma.
Por ter deixado de comparecer a duas intimações anteriores, foi adotado o procedimento padrão da Polícia Civil, que é a condução à delegacia. A senhora Pâmela Bório também deverá responder a processo judicial por desobediência.
A Polícia Civil da Paraíba esclarece ainda que segue o padrão de tratamento igualitário dado a todos cidadãos em território paraibano.
A Polícia Civil da Paraíba preza pelo respeito e garantia dos direitos dos cidadãos e não abrirá mão das atribuições que a lei lhe confere.
PB Agora
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