Categorias: Política

OUTRO LADO: Guerra rebate acusações e dá versão sobre saída da pasta

O ex-secretário de Infraestrutura do Governo Luciano Cartaxo (PT), Ronaldo Guerra (PPS), rebateu as informações de que teria traído a confiança do prefeito e avisou que atendeu a convocação do gestor, no último sábado, para tratar da saída do cargo. Guerra informou que estava em Recife fazendo exames médicos e logo que recebeu a ligação de Cartaxo retornou para a Capital.

No encontro, ele disse que o prefeito pediu o cargo sob a alegação de fazer uma reforma administrativa. O ex-secretário disse que Cartaxo argumentou ainda que a pasta andava devagar. “Ele disse que a pasta andava devagar, que eu era um secretário fraco e eu disse que quem andava devagar era o governo dele”, disse.

Guerra ainda rebateu as acusações de que teria se ausentado da pasta sem o consentimento do prefeito. “Eu tenho 58 anos de idade, fui secretário pela sexta vez, eu não sou louco nem maluco de agir insubordinadamente, quando o prefeito me chamou eu vim e aqui ele disse que queria o cargo e eu falei que o cargo era indicação do PPS e que, portanto, ele comunicasse também a decisão à executiva”, falou.

Para Ronaldo Guerra, a falta de compromisso da gestão petista deixa a desejar. “Estão querendo me desqualificar, mas acredito que sei quem é, mas o que há na verdade é um ruído com o meu partido, essa minha saída não tem nada a ver com a minha atuação, pois sou o secretário que mais trabalhou”, asseverou.
Indagado se acreditava que sua saída teria também motivações políticas, já que recentemente anunciou apoio ao PSDB de Cássio Cunha Lima. “Não, isso é porque Nonato perguntou se a minha exoneração teria sido porque eu declarei apoio ao PSDB e Cartaxo assegurou que não”, lembrou.

Guerra continuou as críticas e condenou a forma Cartaxo de governar. “Ele por falta de equipe, não tem gente, não tem quadro gabaritado, passou 25 anos no microfone, lhe falta apetrechos, ele tem muita é conversa mole, por isso agora estão querendo me desqualificar”, detonou.

O ex-secretário finalizou dizendo que não era candidato a nada e que estava no cargo apenas porque gosta de servir. “Tenho um rendimento mensal que não preciso da PMJP, estava lá enquanto indicado do PPS, mas acredito que as mentiras ditas com relação a mim vem de dentro do governo Cartaxo, porém, se continuarem a tentar me desqualificar abrirei a caixa preta de tudo que eu sei, inclusive escândalos amorosos”, falou sem querer se aprofundar no assunto.
“Abrirei o jogo se continuarem tentando manchar mina imagem. Nunca fui preguiçoso e nem descansado, tenho um currículo a zelar”, avisou.

 

Márcia Dias


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