A guerra política em Mamanguape segue a todo vapor sem indicativo de que vai arrefecer em breve. Após um bate-boca público sobre quem teria saqueado os cofres da Rainha do Vale, como é conhecida Mamanguape, a discussão agora escalou um novo degrau e envolve até a competência e ética profissional dos envolvidos.
O deputado estadual Dr. Eduardo Brito (Solidariedade), ex-prefeito de lá, após ser chamado de “jaleco podre” pela deputada estadual Danielle do Vale (Republicanos), filha da prefeita Eunice Pessoa (Cidadania), rebateu e implicou familiares da parlamentar que atuam como promotores.
“Por que o meu jaleco é podre? Meu jaleco salvou muitas vidas e salva. Durante a pandemia da covid, foi esse ‘jaleco podre’ aqui que salvou muitas vidas. Se o meu jaleco for podre, a toga de promotor ou de promotora é podre. Porque Mamanguape conhece a prática dessa toga podre que comprou votos sendo promotora de Justiça”, acusou.
Ouça:
Dr. Eduardo se referiu à irmã de Danielle, Ismânia Nóbrega, que é promotora de Campina Grande e foi investigada pela suposta compra de votos na eleição de 2016, quando a sua mãe foi eleita para o 1º mandato em Mamanguape.
O pai de Danielle do Vale, Dr. Quequinha, o José Rodrigues Pessoa, também é promotor só que aposentado.
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