Categorias: Política

Oposição protocola documentação sobre tráfico de influência na Lagoa

Após entrevista coletiva concedida na manhã desta quarta-feira (28), a bancada de oposição da Câmara Municipal de João Pessoa protocolou na Polícia Federal, no Ministério Público Federal e na Caixa Econômica Federal documentação sobre tráfico de influência na obra da Lagoa.

Liderada pelo vereador Bruno Farias (PPS), o bloco de oposição ao prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, apresentou documentos que, segundo ele, comprovam o envolvimento ‘umbilical’ e a digital familiar do secretário Cássio Andrade e de seus parentes na obra da Lagoa cuja suspeita de superfaturamento é apontada em relatórios da Controladoria Geral da União e até da Polícia Federal.

De acordo com o parlamentar, não há dúvidas que o prefeito, assim como seus auxiliares, tramaram para executar a obra utilizando meios não tão republicanos.

“Nós estamos apresentando a toda a imprensa paraibana documentos, informações, e fatos, que comprovam, por A mais B, a impressão digital daquela relação familiar a que fizemos referência no início desse mês, ou seja, a participação direta do secretário Cássio Andrade, a participação direta de sua esposa Luciana, responsável pelo setor Gigov, da Caixa Econômica Federal, autorizando o desbloqueio de recursos para pagamento de medições, a participação direta do concunhado como gestor de obras da COMPECC e além disso, pagamentos estranhos realizados nas proximidades do pleito de 2014, feitos com recursos da prefeitura, que ultrapassam o limite de contrapartida oficial que a prefeitura se comprometeu em pagar durante a celebração do convêncio. Esses documentos reforçam todas as denuncias feitas até agora. A obra teve a gerencia direta de auxiliares ligados umbilicalmente ao prefeito, que por sinal, de acordo com informação da própria prefeitura, visitou a obra por mais de 20 vezes, fora as visitas extraoficiais. De modo que ele sempre deu as ordens para que as ações fossem feitas para que hoje, de acordo com relatórios da CGU e da PF resultam em superfaturamento milionário. Quem lê os relatórios não tem dúvidas que houve superfaturamento”, disse.

 

PB Agora

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