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Opinião: Ricardo: candidatura de Veneziano (ou Cartaxo) é possível e necessária

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O ex-governador Ricardo Coutinho segue obstinado na tarefa de aglutinar, na Paraíba, um grupo forte de perfil progressista, tanto para reforçar a pré-candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, à Presidência, como para se opor à pré-candidatura do seu ex-aliado e cria política, o governador João Azevedo (PSB).

Em entrevistas reproduzidas por emissoras de rádio, nesta quinta-feira (12.8), Ricardo Coutinho voltou a se manifestar a respeito. Declarou que uma candidatura do senador Veneziano (MDB) ou do ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), pelo campo progressista, “mais que possível, se faz necessária”.

Em vias de deixar o PSB para voltar ao Partido dos Trabalhadores, Ricardo tem articulado um segundo palanque em favor da pré-candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência. Mais que isso, ele aglutina forças e lideranças políticas num projeto que também tem o objetivo de disputar o Governo do Estado, em 2022.

Até agora, pelo menos, tem vencido todos os obstáculos neste sentido, e frustrado as tentativas de inviabilizar suas metas, especialmente quanto ao seu retorno ao PT.

Mais do que simplesmente se filiado, Ricardo está reforçando os quadros do PT com lideranças e mandatos importantes. E volta forte, por cima, com a chancela total da Direção Nacional, da Direção Estadual e, o que é mais importante, da maior liderança política da história do PT: Lula.

O ex-governador Ricardo Coutinho entende que os setores progressistas da política paraibana precisam cada vez mais se fortalecer e ter um candidato próprio. Isto, por entender que o projeto de governo hoje capitaneado pelo governador João Azevedo, além de fracassado naquilo a que se propôs, não corresponde ao papel que os segmentos progressistas têm que desempenhar.

Veneziano
Sobre a viabilidade de Veneziano Vital do Rego ser o candidato a governador da Paraíba por este segmento progressista, Ricardo Coutinho observa que, provavelmente, o senador paraibano não viveu nenhum outro momento tão oportuno, como agora, para disputar o Palácio da Redenção.

Coutinho deixou transparecer em suas palavras que Veneziano Vital estaria sendo asfixiado no bloco de sustentação política do governador João Azevedo, onde lhe tiraram até um partido notoriamente para prejudicá-lo.

Se Ricardo Coutinho vai lograr êxito nesta empreitada, com relação a Veneziano Vital, só o tempo dirá.

Mas que Vené não está nem um pouco satisfeito com o tratamento que lhe tem dispensado o pelo governador João Azevedo, é o que todos dizem…

Como também dizem que o cavalo está passando para o neto de Pedro Gondim, que, além de tudo, não teria nada a perder, já ainda lhes restam mais de cinco anos de mandato de senador.

Já com relação à possibilidade de Luciano Cartaxo topar esta parada, ninguém aposta…

“Agora basta!”
Pense numa tolice, a do presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (PP), de “garantir” que o presidente Bolsonaro aceitará o resultado da votação em plenário sobre a ruidosa PEC do Voto Impresso.

Bolsonaro, por mais presidente que seja, não tem querer, não! Ele está sujeito às leis e à Carta Magna do País. O Parlamento disse não à PEC do voto impresso, e está dito.

Se não aceitar, Bolsonaro vai fazer o que? Botar novamente aquelas latas de sardinhas enferrujadas e fumaçando na Praça dos Três Poderes?
Sonha, Marcelino…

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