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Opinião: Perdida como cachorro que cai de mudança, oposição é o maior cabo eleitoral de João

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*Opinião: Perdida como cachorro que cai de mudança, oposição é o maior cabo eleitoral de João*

O cenário pré-eleitoral da Paraíba neste momento sugere: o governador João Azevedo, candidatíssimo à reeleição, não tem páreo. Pelo menos até agora não tem.

João voa tranquilo e calmo em céu de brigadeiro. Enquanto isso, a oposição bate cabeça e não encontra o caminho de casa.

Desse jeito, os partidos de oposição, em meio a tantos desencontros e incertezas, terminam sendo o maior cabo eleitoral de João Azevedo.

Na medida em que João está com a pré-candidatura posta, consolidada e amealhando apoios, progressivamente, a oposição vai pra lá, vêm pra cá, e não sai do canto, não vai a lugar nenhum.

Quem são?
Afinal, quem são os possíveis candidatos ao Governo do Estado, pela oposição? E qual é o nome com densidade eleitoral capaz de ameaçar a pré-candidatura de João Azevedo, até agora?

Romero Rodrigues? Poderia ser um nome forte se conseguisse reunir todos os partidos e tendências oposicionistas em torno do seu projeto. Não tem conseguido. Pra complicar, antes mesmo de decolar começa a perder fôlego com a ala bolsonarista caindo fora, sem que ele agregue algo para contrabalançar. E em campanha majoritária só vale somar.

Hoje já se pergunta se Romero irá até o fim com a pretensão de disputar a sucessão do governador João Azevedo, justamente por ainda não haver dado demonstração de que é capaz de aglutinar em torno do seu projeto todos aqueles que se opõem ao projeto de João Azevêdo.

Por tabela
A própria incapacidade da oposição, de dar demonstração de que pode se fortalecer unida em torno de um nome, já é o bastante para, por tabela, fortalecer a pré-candidatura de João Azevêdo.

Quais são as fichas que João Azevêdo tem para entrar no jogo? O “ricol” natural decorrente da sua condição de governador do Estado; o poder da caneta, o Diário Oficial, os cargos comissionados e uma fabulosa máquina administrativa que tem muita força numa campanha política e cujo raio de ação vai aos quatro cantos do Estado.

E a oposição o que têm? Qual é o nome de peso, de grande densidade eleitoral para sentar à mesa de jogo em condições de igualdade?

Ultradireita
O segmento bolsonarista, coitado, sozinho também não vai a lugar nenhum. Nem tem um nome pra chamar de seu, se insistir na besteira de abandonar a pré-candidatura de Romero Rodrigues.

Essa turma de ultradireita precisa é ter cuidado para, nas próximas eleições, não perder o pouco que ainda tem.

Claro que muita água ainda passará sob esta ponte. Pode ser até no futuro os partidos de oposição se unem, se fortaleçam, e produzam um bom candidato.

Mas, pelo jeito…

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