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Opinião – Pedro Cunha Lima nega distanciamento com Romero: “Fake news”

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A conversa é outra! Contudo, muitos portais e blogs de notícia da Paraíba informaram, na sexta-feira (05), uma possível querela envolvendo o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) e o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD). Motivo do suposto cisma entre os agentes públicos, que são parentes próximos: as eleições de 2022 e a aproximação do ex-gestor da outrora Vila Nova da Rainha com o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido).

Como foi estampado em boa parte da mídia paraibana, haveria uma discordância entre os dois. Em assim a (e)stória ou história foi contada dessa forma: “O distanciamento político entre o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) e o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), fica cada dia mais evidente, pois ambos, até o momento, têm o mesmo objetivo de disputar o Governo da Paraíba em 2022”.

E segue o que foi chamada por Cunha Lima de fake news: “As mais recentes divergências entre ambos se dão sobre a aproximação de Romero com o presidente Jair Bolsonaro, que recentemente divulgou dados supostamente distorcidos sobre recursos transferidos aos estados”.

Pedro Cunha Lima, de forma diplomática, disse que não há problemas com Romero Rodrigues, estando ele “legitimante no direito de optar por seus rumos enquanto político”, reiterando que não há qualquer tipo de diáspora entre os dois.

Instado a falar sobre o presidente Jair Bolsonaro, Cunha Lima realmente disse ficar constrangido em solenidades que o inquilino do Palácio do Planalto esteja presente. Nas suas justificativas está o próprio negacionismo do chefe do poder Executivo do Brasil sobre a pandemia e tudo “aquilo que ele propaga na forma de fake news”. Em bom português: notícias falsas.

Para terminar, Pedro Cunha Lima observou que o presidente faltou com a verdade ao informar que havia enviado um valor majorado para os estados brasileiros a fim dos governadores aplicarem os quantitativos contra a Covid-19. “Os dados são distorcidos”, disse o parlamentar. E realmente são, pois Bolsonaro não levou em conta os valores que estão previstos pelo pacto federativo.

Tudo explicado. Ou quase tudo!

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