Categorias: Política

Opinião: Karla Pimentel e parceiros “salvam” o Conde da podridão deixada pela gestão anterior

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É da tragédia ‘Hamlet’ a origem da expressão: ‘Há algo de podre no reino da Dinamarca’. A frase, cunhada por Shakespeare, se referia a traições e homicídios que ocorriam na estória da obra.

Falando da atualidade, a expressão é usada para se referir a fatos obscuros e podres que se escondem além das cortinas que cerram algum espetáculo, seja ele político, social ou de qualquer outra origem.

Quando dizemos ‘há algo de podre no reino da Dinamarca’, nos referindo sobre qualquer ato prejudicial ao povo. O que estamos dizendo é que por trás daqueles fatos existem outros, não revelados, que fedem. E fedem para valer.

É o caso da cidade do Conde, hoje governada pela prefeita Karla Pimentel (PROS), que encontrou o município em estado crítico, como alega o deputado estadual Eduardo Carneiro (PRTB).

Chega à coluna, por meio do próprio parlamentar, que a antecessora de Karla Pimentel, Márcia Lucena (PSB), não contratou uma empresa destinada à coleta de lixo naquele município situado no litoral sul do estado.

Se assim é, Márcia Lucena, que é citada na propalada Operação Calvário, que supostamente, na gestão do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), desviou R$ 130 milhões da Saúde e Educação do Estado, prestou imenso desserviço ao povo residente no Conde.

E buscando formas de equacionar a problemática, afirmou Carneiro; empresários ligados ao trade turístico que atuam naquela região doaram caminhões e o Governo do Estado disponibilizou caçambas para que a coleta voltasse a funcionar.


“O grupo político anterior tentou plantar o caos na cidade, prejudicando a população. Mas nós estamos somando esforços para socorrer o Conde e dar o tratamento que a cidade merece.”, observou Carneiro se referindo a seus esforços, do governador João Azevêdo (Cidadania) e da atual prefeita.

Importante lembrar que, além do mal cheiro, a não coleta do lixo invariavelmente traz a reboque doenças graves, como a leptospirose, dengue, cólera, disenteria, febre tifóide dentre outras enfermidades.

Então, antes de pensar na podridão puramente alegórica na Dinamarca, é interessante imaginar o mal cheiro e outros incômodos que o povo Conde vinha sofrendo pela ineficácia – se assim pode ser chamada – da ex-gestora daquele município.

Em tempo, um processo de licitação está sendo formalizado pela Prefeitura a fim de contratar uma empresa especializada na coleta de lixo. Algo básico que a antiga gestão não realizou e que pode ser chamado de absurdo.

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