Por Eliabe Castor

Há mais de 20 anos, o campeão mundial de xadrez, Garry Kasparov, defrontou a IBM e o super-computador Deep Blue na derradeira batalha de homem versus máquina. Este foi um momento singular na história do esporte e acompanhado por todo o mundo. Ou quase todo!

Este confronto foi fascinante para jogadores de xadrez, cientistas, peritos de computador, e o púbico em geral. Na altura do confronto, Kasparov era o campeão do mundo em título. O azerbaijano foi posto ao derradeiro teste carregando sobre os seus ombros o peso da humanidade nessa icônica batalha de xadrez.

E aqui fica um ponto sobre o outro. Apenas achei interessante iniciar o texto entre homem e máquina. Mas vale a pena ler sobre o conflito final. Eu garanto! Garanto também que todas as perspectivas de vitória para a presidência da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) estejam depositadas no ex-deputado estadual Mikika Leitão (MDB).

Não estou aqui a desprezar a formação e eficiência política de outros que buscam o cargo, a exemplo de Fernando Milanez Neto (PV), o atual presidente João Corujinha (PP), Marmuthe Cavalcante (PSL), Tanilson Soares (Avante) e Durval Ferreira (PL), que a partir de janeiro estará desempenhando o nono mandato. Uma força política da Capital, sem dúvida alguma!

Articulações e a força de Mikika

O vereador recém-eleito Mikika Leitão (MDB), além de ser um empresário bem sucedido, já se sagrou deputado estadual no passado, entende todos os meandros avançados da política partidária. E isso é um elogio, não desmerecimento, para falar de alguém que já é “vivido” na seara dos homens públicos, daí sua vantagem aos demais. Até no próprio Durval Ferreira.

E ainda há outros dados. Seu filho, Felipe Leitão (Avante), vice-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) tem musculatura política de sobra para dar um “gás” na possível presidência do seu genitor na Casa Napoleão Laureano.

Em termos simples, Mikika Leitão tem boa vantagem em relação aos seus oponentes. Ou alguém tem dúvidas das inúmeras costuras que vêm sendo formuladas nos bastidores da política? Tudo é uma arte democrática, somada a força partidária, diplomacia e inteligência de poucos.

 

Por Eliabe Castor

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