Por Wellington Farias

Da mesma forma que se faz necessário um bem elaborado plano de flexibilização gradual das medidas contra o coronavírus, para ser implementado no tempo certo (e não agora no pico da pandemia), faz-se imperioso um plano arrojado para superar os reflexos negativos decorrentes de todo esse tempo em que tudo ficou praticamente parado.

A única certeza que se tem para depois da pandemia é que virá a ressaca de toda esta situação, no bojo da qual estarão os estragos decorrentes da pandemia, como o agravamento da crise do mercado de trabalho e o baque na economia dos estados, municípios e do país inteiro.

Passada a pandemia, portanto, ninguém espere um cenário que não seja de muitas dificuldades. Tudo indica que será um longo e tenebroso período de aperto para todos. Os cálculos iniciais projetados por especialistas são de que, nos mais variados segmentos, quarenta por cento de tudo não se recuperará, ou seja: quarenta por cento das lojas, quarenta por cento das empresas e tantos outros quarentas por cento.

Tudo isso implica em grandes prejuízos para o país inteiro e o problema tem que ser atacado com urgência e muita competência, até pelo fato de que, quando a pandemia aqui chegou, o Brasil já vinha há cerca de cinco a seis anos descendo a ladeira, em meio a um processo que começou com o Golpe aplicado contra a ex-presidente Dilma Rousseff.

Paraíba

A Paraíba não estará livre, de jeito nenhum, desta ressaca nociva, decorrente da pandemia do coronavírus. Mas, felizmente, e apesar de tudo, a nossa situação ainda é muito confortável se comparada com a maioria dos outros estados brasileiros. Registre-se que esta situação privilegiada decorre de oito anos de gestão do ex-governador Ricardo Coutinho e um ano e seis meses do seu sucessor, João Azevêdo, que tem conduzido com maestria todo esse processo decorrente da pandemia e mantido o Estado dentro dos padrões de austeridade herdado do seu antecessor.

Poesia

A coluna se acosta às lamentações e manifestações de pesar pela morte do jornalista, poeta e contista Marcos Tavares, cariosamente tratado pelos mais íntimos como Marcos Caveira. Dotado de notável presença de espírito, Marcos Tavares que era irmão do jornalista e humorista Anco Márcio foi uma peça de relevo no cenário da cultura paraibana, tendo integrado a famosa geração Sanhauá, da qual também fazia parte o poeta Sérgio de Castro Pinto.

 

Wellington Farias

PB Agora

Por Wellington Farias

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