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Opinião: A meta de Bolsonaro é instalar um regime totalitário. Mas pode se dar mal…

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Está mais que notório: a meta do presidente Jair Messias Bolsonaro é instalar um regime totalitário no País. Com ele à frente, é claro, para se perpetuar no Poder.

Um regime totalitário é muito pior do que uma ditadura qualquer.

Há uma diferença entre totalitarismo e ditadura. O regime totalitário não permite o poder exercido por mais ninguém, a não ser uma só pessoa ou, no máximo, um grupo sob o comando desta; também não permite que outras instituições tenham qualquer tipo de influência no comando do País, principalmente o Parlamento de onde, indiretamente, emana o voz e voto do povo por delegação.

Partidos políticos num regime totalitário? Nem pensar…

Mesmo em pleno regime de estado democrático de direito, Jair Bolsonaro já quer se comportar como um chefe de estado totalitário. Não respeita as instituições; ameaça a Suprema Corte do País com helicóptero das Forças Armadas sobrevoando a sede do Poder; dá declarações desrespeitosas à Constituição Brasileira. E, como todo chefe de estado totalitário de republiquetas de banana, só fala gritando e cuspindo…

Nos últimos dias tem esticado demais a corda. Já disse que se não for instituído o voto impresso, não haverá eleições em 2022. Como assim, cara-pálida?! Agora, chamou o Ministro Luis Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral de Imbecil e idiota.

Quase instantaneamente, porém, o presidente do TSE reagiu e disse, com todas as letras, garantir que no próximo ano haverá, sim eleições no Brasil.

Ele não declarou, mas ficou implícito que o pleito transcorrerá, queira Jair Bolsonaro, ou não.
Bolsonaro também desrespeita constantemente a liturgia do cargo. Não tem postura de chefe de Estado.

Mas Jair Bolsonaro pode se dar muito mal nesta sua empreitada de se fazer o todo poderoso de um regime totalitário. Primeiro porque é um despreparado para a função que exerce; segundo não tem apoios suficientes na opinião pública e, certamente, na quase totalidade das Forças Armadas.

A sorte de Bolsonaro é que a pandemia inibe a disposição das massas saírem às ruas para derrubá-lo.

Mas, a considerar ar circunstâncias do momento, o povo que tem ido às ruas já é o bastante para que o presidente Bolsonaro ponha as barbas de molho.

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