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Operação ‘Pão e Circo’: Deputado Branco Mendes vê injustiça na prisão do sobrinho em Alhandra

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O deputado Branco Mendes (DEM) saiu em defesa do seu sobrinho, o prefeito de Alhandra, Renato Mendes, preso semana passada em operação ‘Pão e Circo’, deflagranda conjuntamente pela Polícia Federal, Ministério Público Estadual e Controladoria Geral da União.

Branco disse que respeita o poder de investigação do Ministério Público e as ações da Polícia Federal, mas que seu sobrinho foi preso injustamente e não há motivos que justifiquem o seu afastamento do cargo de prefeito. “E a prova mais cabal disto é que o próprio Superior Tribunal de Justiça (STJ), no sábado, liberou dois dos três envolvidos”, comentou Branco.

“Não tenho nada contra o Ministério Público e defendo que a instituição continue investigando, mas divirjo da prisão do prefeito Renato Mendes, que foi negada pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região (em Recife), como não concordo com o pedido de afastamento dele do cargo para o qual foi eleito legitimamente e vem trabalhando com empenho e aplicando corretamente o dinheiro público”, afirmou o deputado.

Segundo Branco, Renato Mendes está com sete anos e meio de mandato, tem 75% de aprovação administrativa, nunca teve uma conta rejeitada, sempre pagou em dia aos servidores e fornecedores, não tem antecedentes criminais e tem proporcionado ao município de Alhandra um momento importante no seu desenvolvimento, com a atração de grandes empreendimentos industriais.

Conforme Branco Mendes, a prioridade do prefeito Renato Mendes, neste momento, é continuar cuidando do povo de Alhandra e provar sua inocência.

“Eu passei dez anos como ordenador de despesa em Alhandra e nunca tive qualquer pendência perante os tribunais. E sempre recomendei a Renato que seguisse o meu exemplo. Ele tem se comportado como deve e não pode ser afastado do cargo porque ele provará que não cometeu irregularidades”, declarou o deputado, ontem pela manhã.

Branco defende o direito de defesa do prefeito Renato Mendes, que foi ouvido por três meses em escutas telefônicas, que não têm qualquer indício de irregularidades com recursos da saúde, da educação, por exemplo. Dentre os prefeitos investigados, Renato foi o único que não recebeu verba federal.

 

Assessoria

 

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