Este é o slogan de campanha para o Senado da República lançado em plena noite de Sexta-Feira Santa, pelo ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB). É claro que para seguir o insight político do chefe, os marqueteiros de plantão terão que se desdobrar para “fazer render” publicitariamente este bordão.
E se não passar…
Curiosamente, me enviaram por e-mail, nesta terça-feira, um link para a Mensagem de Luz Editora, chamando minha atenção para o relançamento de um livro escrito por Elisa Masselli, intitulado “Quando o passado não passa”, com cerca de 400 páginas, contrariando o slogan de campanha do ex-governador.
Coordenadores de campanha
E por falar em preparativos para o próximo pleito, o ex-deputado federal Gilvan Freire está renegando o cargo de coordenador-geral da campanha à reeleição do governador José Maranhão (ambos do PMDB).
Gilvan indica Veneziano
Ele prefere indicar para esta função o prefeito peemedebista de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego, que não se desincompatibilizou do cargo, optando assim por não disputar nenhum mandato eletivo no próximo pleito.
Socialistas e democratas
Enquanto isso, o senador Efraim Morais (presidente do diretório estadual dos Democratas) revelou que a ex-presidente da Cagepa e atual secretária-adjunta de Administração da prefeitura municipal de João Pessoa, Aracilba Rocha (PSB), já está trabalhando no agendamento das atividades de campanha junto com o ex-prefeito de Bonito de Santa Fé, Sabino Dias (vice-presidente do diretório estadual dos Democratas).
Arthur pede silêncio
Frase basilar proferida pelo deputado estadual Arthur Cunha Lima (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa, pedindo silêncio aos funcionários públicos que lotavam as galerias durante os debates ocorridos na sessão desta terça-feira à tarde, no plenário da Casa de Epitácio Pessoa:
– Vocês querem que a gente faça uma negociação, resultando em acordo benéfico para os servidores estaduais, calados, ou preferem que tudo dê errado e vocês acabem ficando sem nenhum aumento salarial, mas tendo direito a nos dar uma vaia?
Seguiu-se um silêncio tumular, quebrado logo depois pelos próprios servidores, que voltaram a gritar, batendo palmas e agitando as faixas de protesto que exibiam. Pelo jeito da ruidosa manifestação, até parece que eles não estão querendo mesmo ter reajuste algum em seus contracheques.
Garimpando votos a pé
O ex-deputado estadual Simão Almeida (PCdoB), após ter deixado o cargo de titular da Secretaria de Meio Ambiente da PMJP, já está circulando normalmente entre os moradores da cidade, andando a pé pelo centro da Capital, sem paletó, de calça jeans e carregando uma pastinha a tiracolo.
Coladinha no prefeito
A ex-adjunta dele, Rossana Honorato (PSB), que é pré-candidata a deputada federal, está – por sua vez – andando colada ao atual prefeito Luciano Agra e também ao ex-prefeito Ricardo Coutinho (ambos socialistas). Os dois querem a mesma coisa, pois peregrinam em busca de votos.
Ainda a Paixão de Cristo
Recebi vários e-mails comentando alguns detalhes sobre os espetáculos teatrais montados pela Funjope em anos anteriores, que também causaram em certo grau de espanto entre os espectadores, acostumados às interpretações de caráter meramente religioso, mais tradicionais, que não abusam da criatividade (característica das encenações atuais, na foto acima).
– Um deles foi o Jesus incorporado por uma mulher, neste caso, o papel desempenhado no palco por Eleonora Montenegro que chocou justamente por ser um Cristo feminino, com direito a coroa de espinhos e tudo mais.
– Outro, foi o Filho de Deus (feito homem na Terra) vivido por um menino de rua de pele escura, que ao ser traído por Judas pede uma explicação para o gesto do seu ex-discípulo, que responde, em tom de ironia, sobre qual seria a motivação dele para entregar Cristo aos soldados romanos e aos fariseus do Templo de Jerusalém, numa frase igualmente chocante, para os mais puristas:
– Eu estou “noiado” (termo chulo utilizado pelos traficantes de drogas, para dizer que alguém está sob efeito de alucinógenos ou viciado em crack, por exemplo).
Reavivando a memória
Para não dizer que eu não falei também do espetáculo “Auto de Deus” dirigido por Roberto Cartaxo, nos bons tempos em que o diretor-presidente da Fundação Cultural de João Pessoa era o produtor artístico Antônio Alcântara (também ex-presidente da Funesc – Fundação Espaço Cultural), vamos às críticas desferidas na época em que o prefeito da cidade era o atual senador Cícero Lucena (presidente do diretório estadual do PSDB).
Os caros atores globais
A razão principal era a contratação – a peso de ouro – de atores globais e celebridades como Thiago Lacerda, Marcos Palmeira, Maria Fernanda Cândido, Dado Dolabela, Du Moscovis, Elba Ramalho, Vladimir Brichta, Isabel Filardis, Christiane Torloni, Eliane Giardini, Mariana Ximenes, etc, por altos cachês, se comparados esses preços ao que recebiam a título de ajuda de custo os atores locais, sendo alguns de alto padrão e nível nacional, porém menos famosos, como Fernando Teixeira, Everaldo Vasconcelos, Madeleine Braga, Nanego Lira, W.J. Solha, Fernando Mercês e outros que seguiram carreira aqui mesmo, em palcos paraibanos.
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