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O artigo da discórdia

""Não imaginava que os amigos da imprensa iriam usar o artigo “E se Agra não for candidato?” como instrumento para causar um mal-estar entre o vereador Bira e o prefeito Luciano Agra. De pronto quero explicar (não aos ferinos comunicadores, mas aos meus leitores) que apenas fiz uma análise pessoal sobre a disputa em 2012, onde tudo não passou de uma suposição; um cenário dentre milhares que possam aparecer. Não faz sentido afirmar que minha intenção era sabotar a candidatura de Agra, até porque, como colocado em diversos artigos anteriores, considero Luciano Agra o favorito na disputa, por inúmeros fatores, entre eles pelo fato de representar uma gestão transformadora que caiu no gosto do pessoense.

Como especialista em marketing político e sócio de uma agência de comunicação e publicidade, fiz a análise baseada no meu ponto de vista profissional. Levantei sim vários pontos fracos do prefeito Luciano Agra. Como outrora já fiz com Cícero Lucena, José Maranhão, Veneziano, Romero Rodrigues, entre outros. A diferença é que não tenho a obrigação de falar só o que o prefeito gosta. Os correligionários do prefeito deveriam ler Maquiavel e entender que o bajulador em nada contribui. Prefiro as críticas.

Por ser especialista em marketing político e propaganda eleitoral, procuro fazer análises com uma abordagem técnica e sob a ótica da ciência política. Faço análises de uma maneira diferente e sempre busco sair do “lugar-comum” de alguns setores da imprensa paraibana que se alimentam de duas coisas: sensacionalismo e fofoca.

Por fim, deixo claro que o vereador Bira, ao qual eu e meu sócio temos apenas uma relação de profissionalismo, não tem nada haver com o artigo causador de tanta polêmica. Muito menos foi o influenciador de minhas idéias (as crio com base na liberdade de meus pensamentos). O artigo foi escrito pelo consultor de marketing que aqui escreve desde fevereiro, e sem o mínimo conhecimento ou até consentimento do parlamentar. Qualquer entendimento diferente por parte da imprensa é pura picuinha política, carência de manchete ou puro mau-caratismo.


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