De junho do ano passado até o presente momento de 2016, o número de doadores de medula óssea cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) aumentou em média de5,7%, saindo de 52 mil e alcançando o contingente de 55 mil pessoas. Para continuar incentivando a população e colocar o tema em evidência, comemora-se, entre os dias 14 e 21 de dezembro, a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea.
É importante frisar, entretanto, que embora esse valor represente um crescimento significativo, não há dúvidas de que os números ainda são muito baixos, principalmente quando colocamos na balança quantos ainda podem doar e a baixa proporção de compatibilidade entre doadores e possíveis receptores. Segundo Crisemy Almeida, responsável pela Coordenação de Biologia Molecular do Hemocentro da Paraíba, há uma dificuldade em encontrar doadores compatíveis, uma vez que a probabilidade é de um para 100 mil – no caso de irmãos, a probabilidade é de 25%.
Almeida esclarece que um dos principais motivos pelos quais as pessoas não têm o desejo de doar é o medo de gerar uma paralisia. Isso porque há uma confusão entre o que viria a ser medula óssea e medula espinhal. “A medula óssea é um tecido esponjoso que é encontrado dentro dos ossos e é fundamental que nós façamos essa desmistificação”, pontua a responsável. Ela acrescenta que a medula espinhal é um tecido nervoso que está dentro da coluna vertebral e que não está envolvido nos processos de doação de medula óssea.
De junho do ano passado até o presente momento de 2016, o número de doadores de medula óssea cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) aumentou em média de 5,7%, saindo de 52 mil e alcançando o contingente de 55 mil pessoas. Para continuar incentivando a população e colocar o tema em evidência, comemora-se, entre os dias 14 e 21 de dezembro, a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. É importante frisar, entretanto, que embora esse valor represente um crescimento significativo, não há dúvidas de que os números ainda são muito baixos, principalmente quando colocamos na balança quantos ainda podem doar e a baixa proporção de compatibilidade entre doadores e possíveis receptores. Segundo Crisemy Almeida, responsável pela Coordenação de Biologia Molecular do Hemocentro da Paraíba, há uma dificuldade em encontrar doadores compatíveis, uma vez que a probabilidade é de um para 100 mil – no caso de irmãos, a probabilidade é de 25%.
Almeida esclarece que um dos principais motivos pelos quais as pessoas não têm o desejo de doar é o medo de gerar uma paralisia. Isso porque há uma confusão entre o que viria a ser medula óssea e medula espinhal. “A medula óssea é um tecido esponjoso que é encontrado dentro dos ossos e é fundamental que nós façamos essa desmistificação”, pontua a responsável. Ela acrescenta que a medula espinhal é um tecido nervoso que está dentro da coluna vertebral e que não está envolvido nos processos de doação de medula óssea.
Redação com Redome
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