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Nonato quer municipalizar Terminal Rodoviário

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O jornalista Nonato Bandeira (PPS, na foto acima, sendo entrevistado por mim e Ruy Dantas, no programa Correio Debate, exibido pela afiliada local da rede Record de Televisão, nesta 2ª feira, no início da tarde), revelou que um das suas prioridades – se for eleito prefeito de João Pessoa nas próximas eleições de outubro – será municipalizar o atual Terminal Rodoviário da Capital, administrado pelo DER (Departamento Estadual de Estradas).

Linha de trem do Varadouro até o Aeroporto

Bandeira, ex-secretário de Comunicação do Estado, também defendeu a criação de uma Central Intermodal de Passageiros, no bairro do Varadouro, reunindo num só conglomerado interurbano e intermunicipal, os terminais de ônibus, VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), a ser futuramente implantado na área metropolitana da Grande João Pessoa e ainda as linhas já existentes do metrô de superfície atualmente administradas pela CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), entre as cidades de Cabedelo, Bayeux e Santa Rita, de onde seria puxada uma extensão até o aeroporto Castro Pinto, para desembarque de cargas e também transporte de passageiros de aviões que – por ventura – optassem por este tipo de condução, ao invés de táxis convencionais ou vans fretadas por empresas receptivas, hotéis e outras companhias de turismo.

“Voto do eleitor não pertence nem a Ricardo e nem a Agra”

Politicamente, Nonato repudiou durante sua entrevista, levada ao ar entre as 13h30 e 14h15, ao vivo, transmitida por uma cadeia de emissoras de TV, do Litoral ao Sertão da Paraíba, a “estadualização” da próxima disputa eleitoral, dizendo textualmente que:

– Perde tempo quem pensa que o pleito da Capital será plebiscitário na preferência entre quem apoia e quem faz oposição ao governador Ricardo Coutinho ou ao prefeito Luciano Agra (ambos do PSB). Ninguém tá interessado nisso e nenhum dos dois será candidato este ano…

– Pelas conclusões extraídas das minhas caminhadas nos mercados públicos, conversas com feirantes, palestras em associações de moradores e demais formas de contato com os eleitores, na periferia e também no centro da cidade, o que se ouve mesmo são perguntas sobre projetos e o que pretende fazer esse ou aquele candidato e não questionamentos acerca de a qual grupo político cada um postulante pertence ou é apoiado partidariamente.

Indecisão entre pedir adesão ou dar apoio a Estelisabel

Por enquanto, Bandeira, não quer nem ouvir falar em ter que decidir – dependendo do resultado do 1º turno das eleições majoritárias – quem ele deverá apoiar, caso não consiga passar para o 2º turno (por exemplo, se o embate ficar entre os dois primeiros colocados, hipoteticamente Estelisabel Bezerra, do PSB e José Maranhão, do PMDB) ou se ele próprio terá que partir em busca da adesão do PT de Luciano Cartaxo e da própria Estelisabel, se – por ventura – os dois primeiros colocados forem ele e Cícero Lucena, do PSDB ou até mesmo Maranhão.

No 2º turno: nem PSB, nem PT e nem PMDB de José Maranhão

Resumindo: Nonato prefere ainda não pensar em ter que pedir apoio a Estelisabel, Luciano Cartaxo ou Maranhão, num eventual 2º turno contra Cícero Lucena, nem muito menos ter que apoiar Estela ou qualquer outro nome, caso ele não consiga viabilizar sua campanha rumo à 2ª etapa do próximo pleito.

Coligação passa por Gilma, Bruno, Tião, Mikika e Genival Matias

Por enquanto, ele gasta seus neurônios articulando o arco de alianças com diversas siglas, auxiliado pela deputada estadual Gilma Germano e pelo vereador Bruno Farias (ambos do PPS), pelos deputados estaduais Tião Gomes e Mikika Leitão (ambos do PSL), pelo também parlamentar Genival Matias (PTdoB) e outras lideranças populares e comunitárias.

Plano de Governo Popular descarta intervenção de intelectuais

Resolvidos os problemas em torno da futura coligação da Frente Democrática Partidária, só então Bandeira partirá para construir seu Plano de Governo ou Plataforma de Campanha, colocando no papel essas ideias todas que ele guarda na cabeça, sem precisar ser influenciado por uma montanha de desenhos técnicos feitos por uma multidão de intelectuais trancados nas salas de aula das universidades ou em gabinetes refrigerados abaixo de 0º (zero grau Celsius) por força de muitos aparelhos de ar-condicionado. Ele busca o calor das ruas e o cheiro das praças.


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