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No Rio, ataque a Serra vira sátira em ritmo de samba

Mesmo já desmentida pelos tucanos, a versão de que o candidato do PSDB à presidência da República José Serra teria simulado uma agressão durante uma caminhada na última quarta-feira (20) ganhou um samba improvisado no evento batizado de "Bloco da Dilma", ocorrido neste domingo (24) em Copacabana, no Rio de Janeiro.

"Deixa de ser enganador/Foi bolinha de papel/Não fere nem causa dor", diz o refrão do partido alto improvisado pelo compositor Devani Ferreira, mais conhecido como Tantinho da Mangueira. Questionado pelo Terra se não soubera que o candidato tucano sentiu a dor na cabeça após ser atingido por um rolo de adesivos, ele respondeu que: "não importa, o que importa é fazer a sátira". Além de Tantinho, também participam da roda sambistas conhecidos como Monarco, Nelson Sargento e Noca da Portela.

Também presente no "Bloco", o presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli afirmou condenar qualquer ato de violência, mas desviou o assunto ao também ser questionado à respeito da agressão a Serra ocorrida na última quarta-feira em Campo Grande.

"O que é relevante nessa reta final de campanha são as propostas que cada candidato tem para o País". Perguntado se não considerava relevante a tentativa de militantes do PT de bloquearem a caminhada de Serra na quarta, Gabrielli retrucou dizendo que "o mais importante são os projetos".

Terra

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