Nilvan Ferreira adere à teoria da conspiração de que atos de vandalismo em Brasília foram cometidos por petistas inflitrados

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O ex-candidato a governador da Paraíba Nilvan Ferreira (PL) foi mais um político bolsonarista a alimentar a teoria da conspiração de que os atos de vandalismo ocorridos em Brasília na noite dessa segunda-feira (12) foram praticados por petistas infiltrados.

O comunicador compartilhou no seu Instagram um vídeo no qual os criminosos obrigam os ocupantes de um ônibus a descerem e é possível ouvir um grito de “fora, Bolsonaro”. Segundo a tese propagada por Nilvan, esse grito seria a prova da infiltração petista.

Esse país não é para amadores! Tá na cara que aquele povo que tá em Brasília há mais de um mês não tem características de terroristas. O PT armou tudo. Infiltrou seu bando pra tentar desgastar as mobilizações dos conservadores e patriotas! Existe uma narrativa em prática para atingir Bolsonaro! Fato!” escreveu o comunicador na postagem.

No entanto, não é possível saber de onde vem o grito. Pela distância da filmagem até o local onde o ônibus foi abordado, o mais provável é que tenha sido do morador de algum prédio insatisfeito com o que via como observou um dos seguidores de Nilvan.

Outro bolsonarista paraibano que, mesmo sem nenhuma prova, acusou a esquerda de ter se infiltrado para causar o vandalismo na noite de ontem foi o deputado federal eleito Cabo Gilberto (PL). De acordo com o parlamentar, as práticas criminosas foram cometidas, na realidade, por membros do MST que estariam na região de Brasília no mesmo período temporal.

Entenda o caso

Os atos de vandalismo começaram na frente da Polícia Federal, na Asa Norte, por volta de 19h30, após o cumprimento de um mandado de prisão temporária contra o indígena José Acácio Tserere Xavante, apoiador de Jair Bolsonaro.

A prisão do indígena aconteceu por determinação do STF e atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República;

A PGR e o STF afirmam que o Tserere é investigado por participar de atos antidemocráticos e reunir pessoas para cometer crimes; a PF diz que o preso está acompanhado de advogados e que as formalidades relativas à prisão “estão sendo adotadas nos termos da lei”.

Após a prisão de Tserere, um grupo de radicais tentou invadir um prédio da PF e incendiou carros e ônibus.

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