Por pbagora.com.br

O senador José Targino Maranhão, presidente estadual do MDB e pré-candidato ao Governo da Paraíba voltou a deixar claro, na noite de ontem, segunda-feira (05), durante entrevista ao programa Conexão Master, da TV Master, que sua pré-candidatura e futuramente candidatura é pra valer.

A resposta veio após a indagação de que poderia abandonar a disputa para figurar como vice, em uma das chapas majoritárias.

O senador, que ainda tem garantidos, na pior das hipóteses, mais quatro anos de mandato federal, avisou que nem precisava do cargo de vice e tampouco tinha o hábito de desistir de alguma disputa.

“Posso dizer que uma candidatura não é feita artificialmente. Além disso, ninguém está se oferecendo para me substituir na chapa de governador. Eu tenho uma convicção que não é pessoal, mas técnica. Minha candidatura está recebendo apoio e não vejo necessidade de renunciar. Tenho acesso a pesquisas e eu mostraria fraqueza muito grande se passasse por cima da responsabilidade que assumi ao aceitar a candidatura, que não partiu de mim, mas da executiva do meu partido”, ponderou Maranhão.

Para o senador, ainda há tempo de a oposição se unir e criar um candidato único. Ele ressaltou que já apresentou os números das pesquisas para as forças do bloco, entre elas o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB) e o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV) mostrando a viabilidade de seu nome para encabeçar essa campanha pela oposições.

“Temos que reunir os partidos de oposição e criar um critério para escolher um candidato único: Eu acredito que o mais objetivo é a pesquisa”.

Já sobre a tese de renúncia, Maranhão voltou a deixar claro que a tese é descartável.

“Eu não pretendo renunciar. Aliás, quem tem esse hábito não sou eu. Na carta em que Luciano Cartaxo renunciou à candidatura ao Governo, ele não disse qual o motivo. Eu dizia há tempos que ele não seria candidato e isso se confirmou. Agora, ele já estava com o plano de lançar o irmão. Isso é uma oligarquia. E do outro lado, o governador achou que o único que poderia concorrer seria um secretário que não é político: isso é uma monarquia!”, disparou.

 

PB Agora
 

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