Categorias: Política

Nelson revela condições para se lançar candidato a deputado

O ex-presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, e atual secretário da Agência Municipal de Desenvolvimento (AMDE), vereador licenciado Nelson Gomes Filho (PSDB), admitiu a pretensão de se candidatar a deputado estadual nas eleições deste ano.

Em entrevista a Rádio Correio FM, Nelson explicou as condições para disputar uma das 36 cadeiras da Casa de Epitácio Pessoa. Ele revelou que  que para se candidatar depende da postulação do prefeito Romero Rodrigues (PSDB) ao governo do Estado, pois frisou que com os votos que tem na cidade não tem condições de se eleger a uma vaga no legislativo estadual.

Segundo Nelson, ele precisa do apoio de Romero em outras cidades para poder se eleger na Assembleia Legislativa, mas o gestor vai ajudar a todos os candidatos aliados.

– Romero tem que ajudar a todos. Se ele for candidato vai ter a divisão dos apoios, principalmente dos prefeitos que não ganharam, pois prefeitos que ganharam já tem compromisso com os deputados estaduais que ganharam. Eu posso até ir sem Romero sem ser candidato, dependendo das ajudas que eu teria nas cidades. Romero prometeu que vai conversar com algumas pessoas, não só para mim, mas para os outros companheiros, pois na Câmara temos cinco ou seis que vão se candidatar – ponderou.

Nelson ressaltou que, independente de ser ou não candidato, vai voltar para a Câmara de Vereadores após o Carnaval e que pretende mudar de partido.

– Convites já existem. Acho muito difícil voltar para o PRB. Tenho o convite do Solidariedade. Tenho o convite do MDB de José Maranhão. O Solidariedade talvez eu vá, mas eu penso muito. Tenho quatro mandatos de vereador, pois tenho medo de dar um passo maior do que a minha perna. Outro partido é o PSC, que eu poderia ir – pontuou.

Nelson ainda destacou que se fosse Romero Rodrigues pensaria duas vezes antes de se candidatar ao governo do Estado.

– Eu iria fazer essa conta duas vezes, pra saber se iria ser candidato a governador. Essas coisas devem ser pensadas direito. Se eu fosse Romero eu iria comandar os quatro anos, mas isso depende dele e eu gostaria de vê-lo governador – explanou.

Redação

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