Categorias: Política

Vené aponta lentidão do governo na contenção do derramamento de óleo

Desde o dia 30 de agosto, praias do Nordeste sofrem com o aparecimento de manchas de óleo no litoral. O aparecimento de óleo em praias da região, incluindo o litoral paraibano, já considerado o maior desastre natural da costa brasileira, e segue sendo motivo de preocupação
Diante do desastre que preocupa os ambientalistas, e a população, o senador Veneziano Vital Rêgo (PSB-PB), ocupou a Tribuna do Senado Federal para cobrar providências do governo federal para o problema.

Em mais um pronunciamento contundente, o parlamentar acusou o governo federal de falta de sensibilidade e agilidade no combate às manchas de óleo que têm chegado às nas praias e corais no litoral do Nordeste. O desastre, observou o senador, resulta em grandes prejuízos ambientais e econômico.

— Pode-se dizer tudo, menos que a ação do atual governo tenha sido de resposta pronta e adequada. Aí, não! Cá entre nós, e para todos os 210 milhões de brasileiros, (…) passados quase dois meses, 60 dias, as primeiras e efetivas medidas foram adotadas há 72 horas! Isso mostra exatamente que este governo, mais uma vez, em relação a um episódio gritante, demonstra sua lerdeza e, mais que a sua lerdeza, o seu descompromisso, a sua insensibilidade — disse o senador, nesta terça-feira (22) em Plenário.

O Senador paraibano lembrou que foi o próprio governo Bolsonaro que demitiu o dirigente do Instituto Nacional de Pesquisa Especiais Inpe), que talvez pudesse já reconhecer, através de acompanhamento de satélite, onde estaria a fonte do vazamento que atinge o Nordeste. Veneziano recordou que o dirigente foi demitido por ter levado a público os indicadores do desmatamento referentes a queimadas.

— Ou será — e aí eu começo também a duvidar — que essas informações chegaram ao Palácio do Planalto, e esse mesmo Palácio do Planalto não quis dar conhecimento à sociedade brasileira? — declarou o senador, criticando o sigilo sobre as investigações quanto ao vazamento.

Para Veneziano, o Senado está diante de uma posição em que apenas um decreto legislativo poderia dimensionar a relevância e a importância não só social, ambiental, econômica que o impacto desses resíduos de petróleo está trazendo para a costa marítima do Nordeste e para a foz dos tributários dos rios que contribuem com o Oceano Atlântico e que são fonte de manancial, de peixe para os pescadores artesanais.

Redação

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