Na semana decisiva das eleições estaduais, os candidatos ao governo do Estado intensificaram as atividades de campanha e apresentaram novas propostas na tentativa de convencer os eleitores, principalmente, os indecisos.

O candidato ao governo da Paraíba Lucélio Cartaxo (PV) prometeU construir terminal de integração na Região Metropolitana de João Pessoa. Ele fez campanha no Centro de João Pessoa, nesta segunda-feira (1º).

“Iremos fazer parcerias com os 223 municípios, levando uma mobilidade de qualidade aos municípios da Paraíba. Um exemplo disso é aqui na Região Metropolitana, onde iremos fazer o Terminal de Integração Metropolitano, que vai acontecer exatamente uma ação conjunta dos modais para que a gente possa ter exatamente uma mobilidade de maior qualidade. Com economicidade, inclusive, barateando a tarifa e gerando conforto e atendimento às pessoas”, afirmou.

Candidato do PSB, João Azevêdo defendeu que cultura da violência contra a mulher seja combatida por organizações civis. Ele cumpriu agenda na tarde desta segunda-feira (1º) fazendo caminhada no Centro de João Pessoa, com aliados e mulheres que apoiam a campanha dele. Ele conversou com a população e falou sobre o combate à violência contra a mulher.

“Política pública cabe ao governo. Entretanto, a cultura da violência, essa precisa ser combatida pelas organizações civis do próprio país e eu entendo claramente que esse país precisa ter um choque, mas um choque de educação, pra que a gente mude a mentalidade das pessoas. Porque mesmo que você dê, através de políticas públicas, apoio para as mulheres que são vítimas de violência, você não vai estar resolvendo o problema apenas com esse apoio. Você precisa mudar a consciência de cada cidadão”, declarou.

José Maranhão do MDB prometeu valorizar os professores por meio da remuneração.participou de uma carreata no bairro Tibiri II, em Santa Rita, na Grande João Pessoa, ao lado de lideranças políticas. Ele falou sobre suas propostas para a área da educação.

“Antes de tudo, prestigiar o ensino a partir do magistério. Oferecer, além de uma boa gestão, uma remuneração condigna para o professor. O professor na realidade está tendo um salário de fome, um salário miserável. Por isso mesmo precisa ter uma remuneração. Se nós quisermos ter bom ensino, nós temos que ter o magistério satisfeito com o salário que tá recebendo”, disse.

PB Agora

 


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