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Na PB, partidos só se fortalecem nas eleições, diz cientista político

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 Traduzindo para o português, fake significa falso. Na linguagem dos internautas, fake é uma postagem mentirosa. De olhos voltados para as 36 cadeiras da Assembleia Legislativa e para os 12 assentos que a Paraíba tem direito na Câmara Federal, os diretórios estaduais dos partidos políticos estão articulando suas estratégias para as eleições de 2018.

Muitas vezes, os partidos estão em busca de apoio do eleitorado e também cumprindo as metas estabelecidas pela legislação eleitoral. Por isso, jovens, mulheres, esportistas, religiosos, entre outros são convidados à filiação com projetos que, na maioria dos casos, terminam fracassados.

A prática não é novidade e muitos dos que são convencidos a se filiar a um partido para disputar um mandato, se apóiam no desejo de mudança que a população tem buscado, principalmente diante da crise política que tem afetado o país e reduzido a credibilidade de velhos políticos.

A estratégia visa conquistar um número grande de filiados que no final das contas resulta no aumento de apoiadores com votos sufi cientes para o sucesso dos políticos mais antigos, que quase sempre recebem o apoio massivo da legenda a qual pertence. Os diretórios também estimulam a adesão de autoridades de setores atuante na sociedade civil, que são apresentados como apostas para possíveis candidaturas. O cientista político Fábio Machado acredita que a ação vinda dos partidos é circunstancial, além de um plano voltado meramente para uma estratégia eleitoral.

“Uma atividade momentânea eleitoreira. Não é um plano perene. A gente sabe que as agremiações não fazem esse esforço todo o tempo”, disse o especialista. Do ponto de vista do cidadão – aquele que vai com a ilusão de vencer a disputa – Fábio Machado acredita que o que falta às pessoas é um cenário de agentes e instituições que possam realizar ações que tragam formação política. “E não apenas promessas”. Mesmo assim, ele entende que a formação política, além de importante, é algo que demanda um tempo. Explicou que não é algo que se realiza em poucos meses, pois depende de várias ações, nas quais os partidos políticos poderiam por em prática.

Mas também, Machado acredita que caberia uma iniciativa e discernimento das pessoas no sentido de procurarem essa formação para criar chance de sucesso durante a disputa.

Redação

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