Para tentar enterrar as especulações – dentro e fora do País – sobre o real poder de sua sucessora, Dilma Rousseff, e o quanto sua própria popularidade e liderança podem atrapalhar o futuro governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou ontem uma entrevista coletiva conjunta com a eleita para dizer que, a partir de 1° de janeiro, "rei morto, rei posto". "Ex-presidente", acrescentou, "nem indica nem veta."
Ao todo, Dilma e Lula falaram durante uma hora com a imprensa. Ambos defenderam a volta de uma contribuição para financiar a saúde – a tentativa de ressuscitar a extinta CPMF já conta com a mobilização de governadores eleitos por partidos aliados. O presidente e sua sucessora falaram também da guerra cambial e da participação na reunião do G-20, em Seul, da indicação do novo ministro para o Supremo Tribunal Federal, de política externa e de direitos humanos.
Estadão
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