Se estacionar em ruas e avenidas da área central de João Pessoa já é um desafio para aqueles sem nenhuma dificuldade de locomoção, imagine o que é para idosos e pessoas com deficiência encontrarem uma vaga prioritária.
Além de circular por diversas vias, ainda é necessário conduzir o veículo em velocidade mais baixa para poder achar uma vaga, o que acaba comprometendo o fluxo do trânsito. E em áreas onde existe muitas vezes está ocupada por condutores que não têm a autorização para estacionar.
Em uma extensão de 800 metros da Avenida Walfredo Leal (entre a Praça Caldas Brandão e a Praça Olavo Bilac), uma via de intenso fluxo, não há uma vaga prioritária, apesar de no trecho constar outras sinalizações como para embarque e desembarques de cargas. Quem precisa estacionar sofre e acaba recorrendo a alternativas.
“É ruim demais estacionar e a gente acaba colocando em área proibida. Eu moro em Tambiá e só saio de carro quando tenho que comprar mercadorias porque se não for, é uma luta encontrar uma vaga. Eu prefiro andar a pé porque não preciso ficar rodando”, comentou o aposentado Sebastião Pedro, 70 anos.
Para o motorista Josué Albuquerque, a quantidade de vagas de forma geral é insuficiente. “É muito difícil encontrar vagas, principalmente perto de hospitais. É muito complicado e a gente acaba colocando em local que a gente pode receber uma multa, que é bem pior”, frisou. Isso também ocorre na Avenida Princesa Isabel nos quase um quilômetro de extensão da via. “Isso é um grande defeito não ter uma vaga para idoso ou deficiente estacionar”, comentou o comerciante Pedro Salvador.
Canteiros – Boa parte dos canteiros de João Pessoa precisa de algum tipo de manutenção. Meio-fio quebrado, ervas daninhas, lixo e placas de propaganda irregular são alguns dos problemas encontrados e, embora a Prefeitura informe que realiza manutenções constantes, alguns problemas persistem por muito tempo. É o caso da Avenida Cruz das Armas, localizada no bairro de mesmo nome, na qual um acidente envolvendo uma carreta quebrou parte do meio-fio e também a placa de inauguração da reforma da via. “Era uma placa grande, que dizia a data de inauguração, dizia tudo. Uma ou duas semanas depois da inauguração, uma carreta derrubou”, contou o frenttista José Luiz Pereira. O que sobrou da placa continua no canteiro.
O diretor de Operações da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana da Capital (Semob), Cristiano Nóbrega, explicou que várias ruas e avenidas da área central, como as citadas na reportagem quanto as demais, vão passar por um processo de reordenamento em relação ao número de vagas para idosos e pessoas com deficiência, pois já está previsto no projeto a implantação dessas vagas exclusivas, no percentual previsto em lei, sendo 5% para idosos e 2% para deficientes do total de vagas. Sobre as regras para uma via ter vagas exclusivas, ele disse que “os critérios para implantação dessas vagas são os pólos atrativos, bem como o legal (5% para idosos e 2% para deficientes), conforme citado anteriormente”.
Redação
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