Categorias: Política

Mexendo em vários vespeiros

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UFPB, Unimed, FPF e Golpe Militar de 1964. Estes quatro assuntos são praticamente considerados tabus, em nosso Estado. Juntos, formam uma espécie de “Caixa de Pandora”, que ninguém – ou quase – ousaria abrir. Mas, por incrível que possa parecer, corajosamente a revista POLITIKA que chega nesta 6ª feira às bancas de jornal e assinantes, remexe o conteúdo dessas caixas-pretas da história atual e remota da Paraíba, escancarando passado e presente desses casos nebulosos.

As contas ocultas da Universidade

Pela primeira vez na história da UFPB, uma reportagem exclusiva revela passo-a-passo, de forma comprovada, as contas existentes nos bastidores da Reitoria da Universidade Federal da Paraíba, envolvendo a Prefeitura Universitária e algumas empreiteiras, que embora tenham ganhado as respectivas licitações, abandonaram os canteiros de obras, atualmente totalmente paralisadas e sem a presença de nenhum operário.

De olho na eleição de Reitor

Nessa mesma área de Educação, a revista trata de elencar os principais nomes dos “Reitoráveis”, procurando explicar quem são os padrinhos dos pré-candidatos à sucessão na UFPB. A POLITIKA revisita também os números do pleito acadêmico, relembrando como foi a eleição passada, disputada entre Rômulo Polari (eleito) e Lúcio Flávio (Líder da chapa de oposição), cogitando seus prováveis apoios a novos postulantes ao cargo de reitor.

Detonando a FPF de Rosilene

No segmento de Esporte, a publicação revela algumas das principais denúncias sobre as supostas falcatruas da “Dona da Bola”, ou seja, a presidente da Federação Paraibana de Futebol. A revista conta que durante muito tempo, Rosilene Gomes presidiu a FPF com mão-de-ferro, mas – agora – suas manobras estão sendo denunciadas por ex-auxiliares dela, insatisfeitos com os rumos que os campeonatos e clubes tomaram, aqui no Estado.

Mergulhando na lama do Golpe de 1964

Por fim, a POLITIKA revisita a história político-sindical recente da Paraíba, tentando desvendar os segredos do Golpe Militar de 1964, fazendo a seguinte pergunta, que incomoda até hoje muita gente importante e poderosa: – Quem matou o “Nego Fuba” e Pedro “Fazendeiro”? Até hoje, o sumiço dessa dupla de ex-líderes camponeses que atuou no municipio de Sapé permanece envolto em nuvens de mistério. Pelo conjunto da obra, esta edição está realmente imperdível.

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