A ex-senadora Marina Silva prometeu nesta terça-feira trabalhar para atrair votos para o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), nas eleições presidenciais de 2014. Marina discursou na apresentação das diretrizes para formular um programa de governo da aliança PSB-Rede.
"Eduardo tem uma vantagem comparativa em relação a mim. Não tem metade dos preconceitos que eu tenho de enfrentar. Não sou muito boa para ganhar voto para mim mesma, mas sou muito boa para ganhar votos para outras pessoas", disse a ex-senadora, recebendo aplausos no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados.
Marina entrou para o PSB no ano passado, depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitar o pedido de registro do Rede Sustentabilidade, partido fundado por ela, a tempo de se candidatar ao Palácio do Planalto. Pesquisas eleitorais feitas no ano passado colocavam a ex-senadora melhor colocada do que o governador pernambucano, mas ela já afirmou que o candidato será Campos.
Então filiada ao PV, Marina ficou em terceira colocada na corrida presidencial de 2010, com 19% dos votos. A coligação ainda não confirmou se a ex-senadora será vice na chapa de Campos.
Em entrevista, Marina disse que a escolha do vice caberá ao candidato. "Quando fiz a aliança, não colocamos nenhuma reivindicação de participação na chapa. A escolha do vice é feita pelo candidato. Para mim o mais importante é qual é o programa (de governo)", disse.
No evento, Marina criticou partidos que fazem alianças com objetivos eleitorais, e não para realização de um programa. "Já não se discute propostas, não se discute ideias, se discute apenas o que vai se fazer para aumentar o tempo de televisão", disse.
PPS confirma apoio
No evento, o presidente do PPS, Roberto Freire, anunciou formalmente apoio ao pré-candidato à Presidência e governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Freire disse que seu partido participará da elaboração de um programa de governo com o PSB e a Rede, fundada pela ex-senadora Marina Silva.
"Nós vamos participar junto com a rede e o PSB da formulação de um programa. É um encontro de forças políticas que estiveram juntas lá em 2002 (no segundo turno das eleições presidenciais e no início do governo Lula), imaginando um Brasil diferente, um Brasil de mudanças. Houve mudanças, talvez a não pensada por nós, que de uma forma prematura ou não daquele projeto se afastou", disse Freire, em referência à saída do partido do governo Lula.
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