A candidata do PSB à presidência do Brasil, Marina Silva, reiterou nesta quarta-feira seu compromisso de não fazer retroceder "nem um milímetro" as conquistas sociais e trabalhistas do Brasil, caso seja eleita.
"Direitos não são favores, são conquistas", destacou Marina durante um encontro com líderes sindicais em São Paulo.
A ex-ministra do Meio Ambiente, principal adversária da presidente Dilma Rousseff, ressaltou que não só manterá os avanços sociais, mas os "aperfeiçoará", como tinha decidido com o falecido candidato Eduardo Campos.
Marina defendeu "revisitar (o fator previdenciário) para encontrar uma fórmula que não penalize o aposentado e o trabalhador".
Durante seu discurso, a ex-ministra investiu contra o governo do PT e assinalou que se chegar à presidência, as instituições "serão do Estado" e não estarão "a serviço do governo ou do partido".
"Não vamos ser complacentes com os erros, como aqueles que estão acabando com a Petrobras, a Eletrobras e até o IBGE", argumentou.
EFE
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