Maranhão quebra silêncio e abre o jogo sobre como vai lidar com um dos ‘calos’ da sua gestão – o funcionalismo
Alvo de críticas da oposição no Governo Maranhão III, o funcionalismo é tido como um calo na gestão de qualquer Governo. Aumento, reajuste salarial, plano de cargos e os tão polêmicos cargos comissionados são as principais reclamações dos servidores. Para tentar desmistificar essa problemática o ex-governador e candidato a prefeitura de João Pessoa José Maranhão (PMDB) quebrou o silêncio e abriu o jogo sobre como lidou e como vai lidar com o funcionalismo caso seja eleito no pleito deste ano.
“Nós temos que fazer um amplo estudo do quadro de servidor púbico do município de João Pessoa porque sabemos que há muitas queixas, há muito desestimulo, há muita desigualdade e não há nenhum estimulo para o funcionário se sentir motivado”, relatou.
Promessa
Como de costume, Maranhão se comprometeu a implantar um Plano de Cargos Carreiras e Salários na gestão municipal, usando esse artifício como uma das suas plataformas de Governo.
Ao ser questionado sobre como lidou com o funcionalismo à época em que foi governador do Estado, ocasião em que, segundo a oposição, não teria concedido aumento para os servidores, o mestre de obras retrucou: “Isso não é verdade. Eu sempre contemplei os servidores públicos da minha gestão com aumento dentro da possibilidade do Estado e mais do que isso, Cássio editou 21 Planos de Cargos e Carreiras e não pagou e eu paguei”, lembrou.
Crítica ao Governo Ricardo
Maranhão aproveitou ainda para mirar artilharia no Governo Ricardo Coutinho e criticou a instrasigência do governador por não ceder às reivindicações do Fisco.
“Eu poderia fazer o que Ricardo Coutinho ‘deus me livre’ tem feito e está fazendo agora, que não quer pagar ao Fisco aquilo que é lei e é aquilo que eles têm direito”, destacou.
Desafio
Ao finalizar o assunto, Maranhão ainda aproveitou para fazer um desafio: “Desafio algum Governo a provar que tenha feito mais pelo funcionalismo do que eu”.
Greves
No quesito greves, artifício de manifestações de várias categorias no Governo Maranhão III, o ex-governador se mostrou tranquilo e afirmou que a greve é um direito constitucional, no entanto, lembrou que negociou pessoalmente com os grevistas, sem intermediários.
“Negociei com os grevistas e sempre saímos da greve pelo meio da negociação”, lembrou.
Márcia Dias/ Henrique Lima
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