Categorias: Política

Maranhão critica não cumprimento de promessas feitas na última campanha e denuncia escândalos na PMJP

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Agindo como uma verdadeira ‘metralhadora’ verbal, o candidato a prefeito de João Pessoa José Maranhão (PMDB) criticou o não cumprimento de promessas feitos durante o embate eleitoral e denunciou um verdadeiro caos administrativo na atual gestão liderada pelo prefeito Luciano Agra.

 

Inicialmente Zé alfinetou adversários na corrida pela prefeitura da capital paraibana

 

“Na pratica não fazeM nada! O maior exemplo que dei nisso; muita gente faz promessa mirabolante,estiveram no cargo de prefeito e não produziram nada que trouxessem a credibilidade nesses aspecto e o bem ao povo de nossa cidade!”, alfinetou.

 

Ao PB Agora, Maranhão elencou a prioridade que pretende adotar caso saia vitorioso no pleito que se avizinha.

 

“Queremos acabar com a corrupção! Esse é o principio numero um de nossa campanha, tenho exercitado isso e minha meta é acabar com a corrupação na prefeitura de João Pessoa. A corrupção é ralo por onde sai o dinheiro publico e termina as obras publicas não sendo feitas por falta de recursos”, alertou.

 

O candidato do PMDB se lembrou de alguns problemas recentes enfrentados pela gestão Agra,

 

“Exemplo disso podemos encontra na atual administração: Cuiá, gari milionário, Jampa Digital, licitação para compra de alimentos, carteira e sapato tênis par os estudantes. Isso é um vicio, é por isso que faltam os recursos públicos na saúde, educação, na pavimentação e João Pessoa tem uma péssima iluminação, pois as ruas estão escuras”, disparou.

 

Não satisfeito, Zé continuou a dar exemplos nada agraveis aos pessoenses e atacou a falta de infra-estrutura e problemas na saúde municipal

 

“João Pessao não tem esgotamento sanitário, é esgoto a céu aberto em todos os bairros, a escola é muita fraca e os serviços médicos não existem pois essa gente fechou a Maternidade Santa Maria e reduziu o Hospital Santa Isabel a condição de depósitos de pacientes”, detonou.

 

Maranhão continuou com o seu desabafo e cobrou uma maior sensibilidade por parte da prefeitura com os trabalhadores que suam a camisa diariamente nos hospitais.

 

“A classe medica e os profissionais de saúde em geral estão mal tratados e desestimulados, é preciso trazê-los para uma convivência humana e civilizada. Eles não respeitam os trabalhadores em praticamente nada!” , encerrou.

 

 

PB Agora
 

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