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Maranhão atribui boato da federalização da UEPB ao Grupo Cunha Lima

O candidato a reeleição pela Coligação Paraíba Unida, governador José Maranhão (PMDB) encerrou nesta quarta-feira (15), a segunda rodada de entrevistas entre os candidatos que disputam o governo da Paraíba promovida pela Rede Paraíba SAT de Comunicação. Ele que tirou uma licença de 15 dias para cuidar da reta final de sua campanha, justificou a necessidade que segundo ele é importante para que não haja sacrifício na atividade administrativa na conciliação com a atividade política.

“Para que nós tenhamos mais tempo e dedicação nesta reta final de campanha, nós tiramos a licença porque é forma legal de conciliar as exigências da lei Eleitoral com as funções administrativas”, explicou.

Durante a entrevista, Maranhão reagiu aos botos de que iria federalizar a Universidade Estadual da Paraíba. Ele atribui o fato como mais uma intriga de seus adversários políticos.

“Essa é mais uma intriga do Grupo Cunha Lima, que se sentindo derrotado está atrelando esse tipo de factóide para tentar me incompatibilizar com o eleitorado de Campina Grande que pela sua imensa maioria, como indicam as pesquisas, já se decidiu pela nossa candidatura. Isso é uma mentira deslavada. Eu nunca falei em parte nenhuma dessa forma”, argumentou.

Maranhão disse ainda que participou de um debate com as classes produtoras na Associação Comercial de Campina Grande e essa questão foi abordada no debate, mas ele disse textualmente que quem vai decidir isso é a Universidade através de seus professores, alunos, servidores e direção. Se a Universidade achar por bem discutir essa questão em um governo democrático é natural que nós vamos discutir a questão. Nada mais que isso”, asseverou

Sobre a questão da Segurança Pública no Estado, o candidato falo u de como irá tratar a questão caso seja reeleito. Conforme seu entendimento pretende abrir novos concursos para aumentar o efetivo da Polícia. “Criamos a Polícia Rodoviária que já está funcionando. Estamos ampliando e este é o próximo passo, a Polícia Rural para combater a violência nos campos, que já chegou a essas localidade”, ressaltou.
 

 

Paraibaonline

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