O presidente Lula já marcou data para ir ao Haiti: será no dia 26 de fevereiro, um mês e meio depois do terremoto que arrasou o país. A permanência de Lula será de cerca de 24 horas, já que a visita se encaixa numa agenda que inclui outros três países: México, El Salvador e Cuba. E pretende ser um gesto simbólico, para ajudar a potencializar a atenção da comunidade internacional para o drama do Haiti e ao mesmo tempo dar visibilidade à ação brasileira no país.
O calendário eleitoral está ditando a montagem da agenda do presidente, que já avisou: pretende concentrar seus compromissos no exterior no primeiro semestre e deixar para o segundo apenas as viagens indispensáveis, num esforço para estar ausente o mínimo de tempo possível durante a campanha eleitoral.
O presidente toma como tarefa pessoal a eleição de Dilma Roussef – muito mais que sua sucessora. Dilma presidente será a personificação da aprovação popular de seu governo.
Além de determinar o maior número de inaugurações possível para este início de ano, Lula mandou fechar a agenda das viagens ao exterior, que começa na Suíça e termina na China, e, por enquanto, ficou assim:
Janeiro: na quinta-feira, 28, às 13h, hora local, chega à Suíça. No dia seguinte, participa da 40ª Sessão Anual do Fórum Econômico Mundial, quando recebe o prêmio “Estadista do Ano” ou “Global Statement Award”.
Fevereiro: nos dias 22 e 23 (segunda e terça-feiras) – México; 24 (quarta-feira) – El Salvador; dia 25 (quinta-feira) – Cuba, dia 26 (sexta-feira) – Haiti
Março: de 14 a 19 (de domingo a sexta-feira), pela ordem: Israel, Palestina e Jordânia.
Maio: o presidente visita o Irã, mas a data ainda não está marcada.
Junho: de 2 a 4 (de quarta a sexta-feira) – participa da Expo Xangai, na China.
Folha Online








