O senador Renan Calheiros (PMDB) vai presidir o Senado Federal até fevereiro, mas a decisão do Supremo Tribunal Federal de proibir réus em ações penais de permanecerem na linha sucessória presidencial pode reduzir seu mandato, mas como o PMDB tem a maior bancada deve indicar o substituto de Renan Calheiros, no entanto, as opções são muito reduzidas, dos 19 possíveis, apenas três não respondem a processos na Justiça. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Um dos nomes mais cotados é do paraibano Raimundo Lira (PMDB), as outras opções seriam, Kátia Abreu (TO) e Rose de Freitas (ES). Ivo Cassol (PP-R), Jader Barbalho (PMDB-PA) e Valdir Raupp (PMDB-RR) até já são réus na Justiça, não podem estar na linha sucessória.
Além de Renan Calheiros, Aloysio Nunes, Aécio Neves, Cássio Lima, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias e Humberto Costa, são investigados. Aliados torcem para que Renan não seja declarado réu e não destituído da presidência do Senado a poucas semanas do fim do seu mandato.
Neste domingo (06), Raimundo Lira revelou que as informações publicadas na coluna do Diário do Poder, sobre a possibilidade de substituir Renan Calheiros (PMDB) na Presidência do Senado são meras especulações e que não há nada de concreto nesse sentido.
Redação
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