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Léo denuncia quebradeira na saúde de Bayeux

Léo denuncia quebradeira na saúde de Bayeux e diz que cidade “está doente” com governo do Dr. Expedito

 

 Em novembro de 2013 ele liderou um dos maiores protestos já vistos em Bayeux quando o prefeito, o médico Expedito Pereira (PSB), anunciou que fecharia as portas do único hospital do município após as 19h deixando milhares de pessoas sem atendimento. Léo Micena reuniu sindicato, associações e movimentos populares para cobrar a reabertura do Pronto Atendimento fechado pelo governo Expedito 4.

Léo voltou essa semana a criticar a gestão municipal denunciando uma verdadeira quebradeira na saúde do município. “Tenho conversado muito com o povo e as queixas são de que o aparelho de raio-x continua quebrado – segundo informações só faz o raio-x da perna e braço -, aparelho de ultrassom quebrado, hospital sem médico e sem estrutura, falta de remédios, gabinetes odontológicos quebrados, dentre outros”, disse.

Segundo ele, os serviços essenciais da rede municipal de saúde estão funcionando de forma extremamente precária desde um simples atendimento, encaminhamento, marcação de consultas, exames até o caos que se encontra o atendimento de saúde bucal, postos de saúde e o hospital que no período da noite se encontra fechado para pronto atendimento.

“Todos lembram que na campanha eleitoral a principal bandeira deles era três médicos pra cuidar do povo, hoje em seu terceiro ano de gestão a cidade se encontra com um caos na saúde jamais visto. O doutor Expedito que como médico não tenho nada contra, como prefeito deu um verdadeiro calote eleitoral na população, pois prometeu muito e não cumpriu nada. Essa já é a quarta vez que o médico administra nossa cidade e ela hoje se encontra “doente”. Dói muito entrar na casa das pessoas e ouvir que parentes morreram por falta de uma saúde humanizada, de um hospital equipado, da falta de remédios nos postos e em casa, de assistência nutricional”, desabafou.

Ainda de acordo com Léo Micena, pré-candidato a prefeito de Bayeux pelo PMDB, a paralisia administrativa do governo Expedito 4 faz a construção da UPA se arrastar desde o início do governo, são quase 3 anos com esse projeto em mãos e a obra não foi entregue.

“Onde está o atendimento de unidades de saúde no turno da noite, disponibilizando ambulâncias nos principais bairros que o prefeito prometeu? Cadê o programa de órtese e prótese? Onde está a Unidade de Tratamento Móvel Alimentar e Nutricional? E a entrega em domicilio de remédios especiais que eles prometeram em campanha? São muitas promessas feitas que efetivamente não chegaram a beneficiar as pessoas que mais precisam em nossa cidade. Quem já teve um parente precisando de atendimento no hospital ou PSF de Bayeux sabe o caos que está a saúde do nosso município”, concluiu.

 

Ascom

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