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Laura Farias comenta escândalo: “factóide”

“Vou acionar a justiça”, diz Laura Farias após ser citada em escândalo

 

“Eu, pessoa física, vou acionar a justiça”. Essa é a medida que a superintendente da Companhia Docas da Paraíba, Laura Farias avisou que irá tomar sobre denúncias que envolvem o seu nome em um suposto esquema de recebimento de propina que está sendo intitulado de “mensalão paraibano”

A declaração foi dada em entrevista ao programa Correio Debate, no Sistema Correio de Comunicação na tarde desta quinta-feira (25).

Sorrindo, e classificando a denúncia como “factóide”, Laura atenta para o atual período eleitoral e acredita que o fato foi forjado para tentar relacioná-lo ao pleito. “Um site que é fora do Brasil. Não é um site brasileiro. Eu prefiro não opinar. Ver logo que é forjada. Eu prefiro buscar a Justiça", afirmou.

Indagada de como teria recebido a informação, Laura mais uma vez se disse tranqüila. “Eu não recebi com nenhum tipo de sentimento, infelizmente estamos em um momento político, factóides são criados e as medidas cabíveis estão sendo tomadas”, ratificou.

Questionada foi intimada para depor à época sobre o tal processo, Laura respondeu: “Jamais, esse inquérito deve não existir, até porque a denuncia é de 2011e até hoje, em 2014, nunca recebi uma intimação. Na verdade a denúncia está em um portal internacional, é difícil eu tomar qualquer posição enquanto pessoa, eu acho que cabe a sociedade analisar bem”.

Nesta manhã o Fórum dos Servidores Públicos protocolou uma pedido de investigação no Ministério Púbico sobre o caso.

ENTENDA

Segundo a denúncia, durante uma blitz de rotina a polícia interceptou um veículo modelo Fox, placas DYE-5922, flagrado transportando a quantia de R$ 81 mil reais, sacada na Agência do Banco do Brasil de Benfica, no Recife.

Ainda segundo informações, ao lado da quantia os policiais apreenderam um papel com a orientação para a distribuição do dinheiro que seria entregue a Gilberto Carneiro, atual procurador geral do Estado, Livânia Farias, atual secretária de Administração, Coriolano Coutinho, irmão do governador Ricardo Coutinho, e Dra Laura Farias, da Sudema.

À época, o caso teria sido encaminhado à Delegacia de Repreensão à Entorpecentes e os delegados Allan Terruel; Aldrovilli Dantas; Marcos Vilela, Ramirez Pedro, Daniela Vicuuna; Dulcineia Costa; Marcos Lameirão e Jeferson Vieira foram chamados para auxiliarem nas investigações. O secretário de Segurança e Defesa Social, Cláudio Lima, também foi chamado e levou o caso ao conhecimento de Ricardo Coutinho, que determinou que o caso fosse “abafado” e excluído dos arquivos da Polícia da Paraíba.



PB Agora

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