Categorias: Política

Justiça manda PMCG pagar piso a professores

 A Prefeitura de Campina Grande terá de pagar o piso nacional aos professores da rede pública municipal de ensino, fixado em R$ 1.187,97 para este ano, conforme decidiram os integrantes da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba. Eles mantiveram, por unanimidade, a sentença do Juízo de Primeiro Grau que julgou, em parte procedente, a ação do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab).

O processo foi apreciado na terça-feira (30), durante sessão ordinária do órgão. O relator foi o juiz convocado Ricardo Vital de Almeida.

Ao manter a sentença, o relator Ricardo Vital ressaltou que a pretensão de implantação e pagamento do piso nacional do salário dos professores da educação básica da rede municipal de Campina Grande é irretocável, diante do reconhecimento da sua constitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A decisão considerou, ainda, como piso a remuneração básica, sem acréscimos ou benefício, não se incluindo nesse valor as vantagens pagas aos referidos servidores prevista em lei.

Segundo o TJ, a Prefeitura de Campina Grande argumentou que a complementação do piso nacional depende de recursos federais, fato que ainda não se concretizou apenas devido à burocracia da União. Mas, ao mesmo tempo, informou estar efetuando o pagamento ao magistério legalmente.

A Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande informou que a Prefeitura ainda não tomou conhecimento do teor da decisão judicial. Depois que forem notificados, o processo ainda deve passar por um parecer da Procuradoria do município para que, só então, a Prefeitura se manifeste sobre o assunto.

Lei
Promulgada em 17 de julho de 2008, a norma estabelece que nenhum professor da rede pública pode receber menos que o piso nacional para uma carga horária de até 40 horas semanais. O valor do piso é calculado em função do reajuste do custo-aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Redação com G1

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